Potencial de Chrysoperla externa (Hagen) no controle de Bemisia tabaci (Gennadius) biótipo B em tomateiro.
2007
AUAD, A. M. | CARVALHO, C. F. | SOUZA, B. | SIMÕES, A. D. | OLIVEIRA, S. A. | BRAGA, A. L. F. | FERREIRA, R. B. | Alexander Machado Auad, Embrapa Gado de Leite; César Freire Carvalho, UFLA; Brígida Souza, UFLA; Amanda Daniela Simões, CES-JF; Simone Alves Oliveira, UFLA; André Luiz Furtado Braga, CES-JF; Roberta Botelho Ferreira, CES-JF.
Objetivou-se avaliar o potencial de Chrysoperla externa (Hagen, 1861) no controle de ninfas de Bemisia tabaci (Gennadius, 1889) biótipo B em tomateiro. Foram colocados 96 vasos com uma planta, isenta de mosca-branca, em gaiolas mantidas em casa de vegetação. Em seguida, cada planta foi infestada por 100 adultos do aleirodídeo por 24 horas. No primeiro e oitavo dias após a eclosão das ninfas, liberou-se uma, cinco e dez larvas de primeiro, segundo e terceiro ínstares de C. externa nos tomateiros infestados, exceto nas testemunhas. A contagem das ninfas que escaparam à predação foi efetuada no 11o dia após a eclosão da presa. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial, com oito repetições. As larvas de C. externa, liberadas no primeiro dia após a eclosão das ninfas de mosca-branca, foram eficientes na redução da população da presa quando foi utilizado 10 larvas por planta, assegurando cerca de 50% de controle da praga. Quando o predador foi liberado oito dias após a eclosão das ninfas, nas densidades de cinco e dez larvas de C. externa por planta, verificou-se redução na densidade populacional da praga próxima a 40%. Assim, a liberação de larvas de C. externa em tomateiros individualizados em gaiolas denota ser eficiente no controle de B. tabaci biótipo B.
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