LEVANTAMENTO FITOSSOCIOLÓGICO DE PLANTAS DANINHAS EM CULTIVO DE GENÓTIPOS DE BATATA-DOCE
2018
Jair Tenório Cavalcante | Paulo Vanderlei Ferreira | Jorge Luiz Xavier Lins Cunha | Moisés Tiodoso da Silva | Islan Diego Espindula de Carvalho | Reinaldo Alencar Paes
Este trabalho teve como objetivo identificar e quantificar a comunidade populacional de plantas daninhas presentes no cultivo de três genótipos de batata-doce. O ensaio foi realizado, na área experimental do Setor de Melhoramento Genético de Plantas do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Alagoas (SMGP/CECA/UFAL), município de Rio Largo, no período de abril a setembro de 2013. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados no esquema fatorial 3 x 14 com três repetições, sendo três genótipos de batata-doce (variedade Sergipana e os clones 6 e 14) e 14 períodos de interferência, (sete períodos de controle, a partir dos quais as plantas daninhas eram controladas, e sete períodos de convivência entre a comunidade infestante e os genótipos da cultura da batata-doce, onde as espécies infestantes emergidas após esses intervalos não eram mais controladas). As espécies de plantas daninhas foram coletadas através de um quadrado amostral com 0,50 m x 0,50 m, onde foram seccionadas ao nível do solo antes de cada capina e na ocasião da colheita. Após identificadas e quantificadas foram levadas à estufa com circulação forçada 65°C para determinação da massa seca. As principais plantas daninhas presentes na área do experimento em todos os genótipos estudados foram: Poaia branca (Richardia brasiliensis Gomes), Mentrasto (Ageratum conyzoides L.), Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica (L.) Gaertn.), Mussambê (Cleome affinis DC.), Tiririca-de-brejo (Cyperus iria), Maria Pretinha (Solanum americanum Mill.), Capim tapete (Mollugo verticillata L.) e Capim Colchão (Digitária horizontalis Willd.).
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