Parâmetros fisiológicos de um pomar de mangueiras irrigado.
2015
SILVA, V de P. R. da | AZEVEDO, P. V. de | SILVA, B. B. da | ESPÍNOLA SOBRINHO, J. | TEIXEIRA, A. H. de C. | LIMA FILHO, J. M. P. | SOARES, J. M.
Portuguese. Um experimento de campo foi conduzido na Estação Experimental de Bebedouro (Embrapa Semi-Árido), no município de Petrolina, PE, no ano de 1999, objetivando analisar o comportamento de alguns parâmetros fisiológicos de um pomar de mangueiras irrigado, cv. Tommy Atkins, plantado em fevereiro de 1993 e irrigado por gotejamento. A radiação fotossinteticamente ativa, a condutância estomática, a transpiração e a temperatura foliar foram medidas com porômetros de difusão de estado estacionário LI 1600, LI-COR, Inc., e a superfície foliar determinada com integralizador de área LI 3000, LI-COR, Inc. Os resultados obtidos indicaram que a transpiração da mangueira é fortemente controlada pela resistência estomática, nos horários de alta e baixa demanda evapotranspiratória, em qualquer estádio de seu ciclo produtivo. A área foliar da mangueira (AFP) pode ser estimada, com considerável precisão, em função da largura (L) e do comprimento (C) das folhas, através de modelo linear. Para pomares de mangueiras irrigados na região do Submédio Rio São Francisco, a área foliar pode ser obtida pelo modelo: AFP (m2) = - 82,59 + 16,25 L(m) + 3, 72 C (m), com coeficiente de determinação de 0.94.
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Bibliographic information
This bibliographic record has been provided by Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária