Caracterização das distocias atendidas no período de 1985 a 2003 na Clínica de Bovinos da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia | Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
2006
Borges, M. C. B. | Costa, J. N | Ferreira, M. M. | Menezes, R. V. | Chalhoub, M. | Borges, M. C. B. | Costa, J. N | Ferreira, M. M. | Menezes, R. V. | Chalhoub, M.
p. 87-93
Show more [+] Less [-]Foram analisados 183 casos de distocia em bovinos atendidos no período de 1985 a 2003 na Clínica de Bovinos da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Federal da Bahia. Constatou-se que, do total de 4.913 bovinos atendidos na Clínica, 3,7% correspondiam à distocia, tendo ocorrido maior número de casos em 1991, com 10,38%. Quanto às estações do ano, a primavera representou 34,97%. As vacas cruzadas foram as mais acometidas (61,96%). As fêmeas com idades entre 2 e 5 anos apresentaram mais distocia (62,99%), comprovando que animais jovens têm uma tendência maior a apresentar a patologia devido a dois fatores: tamanho do bezerro e área pélvica da vaca. As vacas que apresentaram peso entre 400 e 450 Kg representaram 31,52%. O estado nutricional de 79,72% foi considerado bom. O sistema de criação extensivo representou 70% dos animais. A distocia de origem fetal ocorreu em 65,77% dos tratamentos realizados. Em relação aos fetos, 61% estavam mortos. Pode-se concluir que vacas gestantes exigem uma atenção especial e que no momento do parto é fundamental a tomada de decisão certa, pois manipulações inadequadas podem prejudicar a vaca e o bezerro.
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