Etiologia e sensibilidade antimicrobiana in vitro de bactérias isoladas de ovelhas da raça Santa Inês com mastite subclínica | Revista Brasileira de Saúde e Produção Animal
2006
Coutinho, D. A. | Costa, J. N. | Ribeiro, M.G. | Torres, J. A | Coutinho, D. A. | Costa, J. N. | Ribeiro, M.G. | Torres, J. A
p. 139-151
Show more [+] Less [-]Foram submetidas a exames clínicos e microbiológicos 124 metades mamárias de ovelhas da raça Santa Inês e as suas respectivas secreções lácteas, no momento da secagem, aos 90 dias após o parto. O exame de Tamis não revelou mastite clínica em nenhuma das metades analisadas e, de cada uma delas, foi coletada amostra para realização de exames microbiológicos em meios de ágar sangue ovino (5%) desfibrinado e ágar MacConkey. Os microrganismos isolados foram submetidos ao teste de sensibilidade antimicrobiana in vitro, frente a nove antimicrobianos. Das 124 amostras, 33 (26,6%) foram positivas ao exame microbiológico. O microrganismo isolado com maior freqüência foi Staphylococcus coagulase negativo (19/33=57,6%), seguido por Staphylococcus aureus (5/33=15,2%), Micrococcus sp. (5/33=15,2%), Streptococcus α- hemolítico (3/33=9%) e Streptococcus agalactiae (1/33=3%). Dentre os antimicrobianos utilizados, o cefalônio anidro foi o mais efetivo, visto que a totalidade dos isolados se mostraram sensíveis à droga, enquanto os maiores índices de resistência foram constatados com o uso da penicilina G, neomicina e ampicilina.
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