Classificação do índice de massa corporal e prevalência de doenças crônicas em idosas
2021
Santos, Paola de Fátima dos | Chagas, Patrícia
Trabalho de conclusão de Curso de Graduação - Universidade Federal de Santa Maria - Campus de Palmeira das Missões, Curso de Nutrição, RS, 2021.
Show more [+] Less [-]The World Health Organization (WHO) recommends the use of the Body Mass Index (BMI) for diagnosing the nutritional status of population groups. It has also been used in the assessment of overweight, being a measure recommended by the World Health Organization and by the National Heart, Lung and Blood Institute of the National Institute of Health. This study aimed to verify the prevalence of chronic diseases according to three classifications of body mass index in elderly women. This is a cross-sectional study that evaluated a sample of elderly women aged ≥60 years, living in southern Brazil and undergoing bone densitometry. Sociodemographic data (age, education and occupation) and prevalence of chronic diseases related to cardiovascular health (hypertension, dyslipidemia, diabetes mellitus and obesity) were collected using a standardized questionnaire, informed by the interviewer. For anthropometric assessment, the standards used were: weight, height and BMI. Elevated elderly women with greater weight correspond for the references by Lipschitz, WHO and PAHO, respectively. 288 elderly women participated, with a mean of 67.61 ± 5.78 years. Regarding the evaluated chronic cardiovascular diseases, the most prevalent ones found were systemic arterial hypertension (63.2%), dyslipidemia (37.2%) and diabetes mellitus (16%). Body mass indexes, classified by WHO and PAHO, were associated with SAH and DM. The Lipschitz classification is only significant for DM.
Show more [+] Less [-]A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a utilização do Índice de Massa Corporal (IMC) para o diagnóstico do estado nutricional de grupos populacionais. Ainda tem sido amplamente utilizado na avaliação do excesso de peso, sendo uma medida recomendada pela World Health Organization e pelo National Heart, Lung, and Blood Institute of the National Institute of Health. Este estudo teve por objetivo verificar a prevalência de doenças crônicas de acordo com três diferentes classificações do índice de massa corporal em idosas. Trata-se de um estudo transversal, que avaliou uma amostra de idosas ≥60 anos de idade, residentes no Sul do Brasil e que estavam sendo submetidas à densitometria óssea. Dados sociodemográficos (idade, escolaridade e ocupação) e prevalência de doenças crônicas relacionadas à saúde cardiovascular (hipertensão, dislipidemia, diabetes mellitus e obesidade) foram coletados com auxílio de um questionário padronizado, aplicado pelo entrevistador. Para avaliação antropométrica, os padrões utilizados foram: peso, estatura e IMC. As idosas apresentaram elevada prevalência de excesso de peso para as referências de Lipschitz, OMS e OPAS respectivamente. Participaram 288 idosas, com média de 67,61±5,78 anos. E em relação as doenças crônicas cardiovasculares avaliadas, as mais prevalentes encontradas foram a hipertensão arterial sistêmica (63,2%), a dislipidemia (37,2%) e o diabetes mellitus (16%). Índices de massa corporal, classificado pela OMS e OPAS foram associados à HAS e ao DM. A classificação de Lipschitz apresentou significância apenas para o DM.
Show more [+] Less [-]AGROVOC Keywords
Bibliographic information
This bibliographic record has been provided by Universidade Federal de Santa Maria