Reação de híbridos de girassol aos fitonematóides meloidogyne javanica, pratylenchus zeae e rotylenchulus reniformis
2008
Suelen Oliveira Arantes | Maria Amélia dos Santos
A cultura do girassol estabeleceu-se no Cerrado como alternativa para a ocupação do solo e diversificação do sistema produtivo agrícola da região. Resultados de pesquisa demonstram viabilidade econômica desta cultura em virtude de sua tolerância ao estresse hídrico, dos bons rendimentos e da qualidade dos grãos em produção de escala comercial. O presente trabalho objetivou avaliar a reação de híbridos de girassol aos fitonematóide Meloidogyne javanica, Rotylenchulus reniformis e Pratylenchus zeae no período de janeiro a maio de 2007, sob condições de casa de vegetação. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com 5 tratamentos constituídos pelos híbridos de girassol Helio 250, Helio 251, Helio 253, Helio 358 e Helio 360, com 6 repetições. Após 15 dias de semeadura, foram inoculados 10 mL do inóculo de cada nematóide em três orifícios feitos no solo de cada vaso. A avaliação ocorreu 60 dias após a inoculação para Meloidogyne javanica e Pratylenchus zeae, 90 dias para Rotylenchulus reniformis. O sistema radicular foi submetido à técnica do liquidificador doméstico e o solo foi processado pela técnica da flutuação centrífuga em solução de sacarose. Determinou-se o fator de Reprodução (FR) pela razão entre a população final e inicial. Concluiu-se que os híbridos de girassol avaliados comportaram-se como maus hospedeiros para M. javanica e bons hospedeiros para P. zeae. No entanto, para R. reniformis o comportamento foi variado dependendo do híbrido avaliado.
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