REUSE OF WASTEWATER FROM MILKING IN CACTUS PEAR UNDER DIFFERENT IRRIGATION AND FERTILIZATION FREQUENCIES | REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA RESIDUÁRIA DA ORDENHA NA PALMA SOB DIFERENTES FREQUÊNCIAS DE IRRIGAÇÃO E ADUBAÇÃO
2021
Santos, Clarice da Silva | Aragão Mota, Jéssica Lavinea | de Jesus, Evandro Oliveira | Gomes Barreto, Ligia Maria | Santos Lemos, Nailson Lima
English. The aim of this study was to evaluate the performance of cactus pear cv. ‘Miúda’ (Nopalea cochenillifera Salm Dyck) in dense cultivation under different fertilization and irrigation frequencies with reuse water in the semiarid region of Sergipe. The design was in split plots, with three replicates of four irrigation plots (7, 14, 21 and 28) and one control (no irrigation) and four fertilizations: organic fertilization levels 1 (35t bovine manure ha-1), organic fertilization 2 (35t sheep manure ha-1), chemical fertilization (150 kg N ha-1) and fertigation (wastewater). Growth variables (Height, TCV-Vertical Growth Rate; TCH-Horizontal Growth Rate; TApC- Cladode Appearance Rate) showed no differences in relation to irrigation frequency with control; NCT- Total Cladode Number, CC- Cladode Length, EC- Cladode Thickness, VT- Total Volume and EUA- Water Use Efficiency, were similar among treatments and LC-Cladode width was inversely proportional; irrigation frequencies of 7 and 14 days were similar and greater than 21 and 28 days. In the control treatment (rainfed), yield was 23.84 t DM ha-1, the lowest obtained when compared to the highest yield of the 14-day irrigation frequency, which was 30.11 t DM ha-1. Irrigation frequency of 7 days promoted better morphological results in cactus pear. It could be inferred that, at 18 months of age, if the water factor is not limiting, cactus pear cv. ‘Miúda’ can reach its maximum growth point, which is when the 5th order of appearance of cladodes is reached.
Show more [+] Less [-]Portuguese. Objetivou–se avaliar o desempenho da palma miúda (Nopalea cochenillifera Salm Dyck), em cultivo adensado sob diferentes frequências de fertilização e irrigação com água de reuso no semiárido sergipano. O delineamento foi em parcelas subdivididas, com três repetições de quatro parcelas de irrigação (7, 14, 21 e 28) e um controle (sem irrigação) e quatro níveis de fertilização: adubação orgânica 1 (35t esterco bovino ha-1), adubação orgânica 2 (35t esterco ovino ha-1), química (150 kg de N ha-1) e fertirrigação (água residuária). Onde as variáveis de crescimento (Altura, TCV-Taxa de Crescimento Vertical; TCH-Taxa de Crescimento Horizontal; TApC-Taxa de Aparecimento de Cladódio) não demonstraram diferenças em relação a frequencia de irrigação com o controle; os NCT-Números de Cladódios Totais, o CC-Comprimento do Cladódio, EC- Espessura do Cladódio, VT- Volume Total e a EUA- Eficiência de Uso da Água, foram semelhantes entre os tratamentos e a LC-Largura do cladódio foi inversamente proporcional; frequências de irrigação de 7 e 14 dias foram semelhantes e maiores que 21 e 28 dias. No tratamento controle (sequeiro) obteve - se produtividade de 23,84 t MS ha-1, sendo a menor obtida quando comparada a maior produtividade da frequência de irrigação de 14 dias, que foi de 30,11 t MS ha-1. A frequência de irrigação de 7 dias promoveu melhores resultados morfológicos na palma. Podendo inferir que, aos 18 meses de idade, se o fator água não for limitante, a palma miúda pode atingir o ponto máximo de crescimento, sendo este, quando atingida a 5ª ordem de aparecimento de cladódios.
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