Persistência de picloram em dois tipos de solo.
1992
CERDEIRA, A. L. | PERUSSI, E. | FORSTER, R. | ANTONIO LUIZ CERDEIRA, CNPMA; DOWNELANCO; REINALDO FORSTER, CNPMA.
Alguns herbicidas usados na cana-de-açúcar possuem ação residual relativamente maior do que quando comparado com outros utilizados em culturas anuais. Por isso, o objetivo do presente trabalho foi de avaliar a persistência do picloram através de bioensaio, bem como seu efeito nas culturas de feijão, amendoim, algodão e soja. Foram instalados dois experimentos em Mogi-Mirim, SP; Brasil, em dois diferentes tipos de solo, médio e leve. Os experimentos contaram com três doses do herbicida picloram: 0,0; 65,2 e 112,4 g/ha aplicado em novembro de 1990, utilizando-se as culturas mencionadas como objetos do estudo do efeito ou da persistência do herbicida no solo. Em intervalos regulares de sessenta dias foram retiradas amostras de solo na profundidade de 0 a 10 cm. A determinação da persistência do picloram foi verificada pelo crescimento das plantas (peso verde, peso fresco e área foliar). De maneira geral, o herbicida permaneceu no máximo 120 dias no solo a ponto de afetar negativamente o crescimento das plantas. Ao contrario do esperado, os efeitos foram mais acentuados no solo médio que no arenoso. O parâmetro de peso fresco foi eficiente para a avaliação destes efeitos.
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