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Results 101-110 of 187
Aerossolterapia nas doenças respiratórias em eqüinos
2001
Miriam Bastos da Silva | Didier H. Duvidier | Dominique Votion | Tatiana Art | Pierre Lekeux
Affecções respiratórias na espécie eqüina são freqüentemente implicadas como uma das causas de fraco desempenho esportivo. A maior freqüência ocorre nas doenças do sistema respiratório inferior, como a doença pulmonar crônica obstrutiva (COPD), doenças inflamatórias das vias aéreas e hemorragia pulmonar induzida pelo exercício (HPIE). Classicamente, os tratamentos dessas enfermidades incluem as drogas de administração sistêmica, porém, a aerossolterapia é hoje conhecida por ser especificamente um dos melhores tratamentos dessas doenças. A finalidade deste trabalho é de descrever o equipamento e as drogas normalmente utilizadas na aerossolterapia em eqüinos.
Show more [+] Less [-]Influência do garanhão e da técnica de inseminação sobre os índices de recuperação embrionária e de gestação em um programa de transferência de embriões em eqüinos da raça Mangalarga
2001
João Junqueira Fleury | Abílio Junqueira Pinto | Eneiva Carla Carvalho Celeghini | César Gonçalves Lima | Rubens Paes de Arruda
Muitos fatores podem afetar as taxas de gestação após a transferência de embriões em eqüinos. Este estudo teve como objetivo avaliar, em eqüinos da raça Mangalarga e em duas estações reprodutivas, a influência do garanhão e de três diferentes técnicas de inseminação (monta natural, inseminação artificial com sêmen diluído fresco ou resfriado) sobre os índices de recuperação de embriões e de prenhez. No primeiro ano, foram encontradas diferenças significativas (p < 0,05) na recuperação de embriões entre cinco garanhões estudados (28,6; 65,0; 62,9; 66,7 e 84,2%), mas não foram encontradas diferenças significativas (p >; 0,05) nos índices de prenhez (50,0; 80,7; 70,6; 70,0 e 62,5%). No segundo ano, verificou-se uma tendência à significância (p = 0,057), na recuperação de embriões entre quatro garanhões estudados (44,4; 56,2; 71,4 e 73,7%) e não houve diferença significativa (p >; 0,05) nos índices de prenhez (75,0; 55,6; 86,7 e 71,4%). Não houve diferença significativa (p >; 0,05) nos índices de embriões recuperados e de prenhez comparando-se a monta natural (50,0 e 87,5%) e a inseminação artificial com sêmen fresco (60,6 e 73,7%) ou refrigerado (63,8 e 80,3%).
Show more [+] Less [-]Anticorpos neutralizantes contra herpesvírus bovinos tipos 1 (BHV-1) e 5 (BHV-5) induzidos por uma vacina experimental anti-BHV-1 com adjuvante oleoso
2001
Sylio Alfredo Petzhold | Paulo Estanislao Reckziegel | José Antonio Pires Prado | João Carlos Teixeira | Vera Beatriz Wald | Paulo Augusto Esteves | Fernando Rosado Spilki | Paulo Michel Roehe
Foi avaliada a capacidade de uma vacina experimental oleosa inativada contra o herpesvírus bovino tipo 1 induzir anticorpos contra o herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1.1 e BHV-1.2) e herpesvírus bovino tipo 5 (BHV-5). Bovinos foram vacinados com duas doses de vacina, aplicadas com um intervalo de 90 dias. Foi medido o título de anticorpos nos dias 0, 30, 90, 120, 180, 270 e 450 após a primeira vacinação (DPV). Os títulos de anticorpos contra BHV-1.1 e BHV-1.2 foram significativamente maiores que os contra BHV-5, ao longo do experimento. Enquanto todos os animais soroconverteram para BHV-1.1 e BHV-1.2 após a primeira dose de vacina, apenas dois em 23 animais (8,7%) soroconverteram para o BHV-5. No entanto, após o reforço, todos os animais soroconverteram contra BHV-1.1, 1.2 e BHV-5. Aos 450 DPV, 79% (15/19 animais) e 84% (10/19) ainda se encontravam soropositivos para BHV-1.1 e BHV-1.2, enquanto apenas 50% dos animais (10/19) se demonstraram positivos contra o BHV-5. Foi concluído que, embora uma vacina com alta capacidade de indução de anticorpos contra o BHV-1 possa induzir anticorpos capazes de neutralizar o BHV-5, os níveis de tais anticorpos são significativamente mais baixos e de menor duração do que aqueles induzidos contra BHV-1.1 e BHV-1.2.
Show more [+] Less [-]Vascularização arterial e estrutura das tubas uterinas em caprinos sem raça definida
2001
Maria Angélica Miglino | Tatiana Carlesso Santos | Marina Bonatelli | Carlos Eduardo Ambrósio
Estudaram-se trinta conjuntos de órgãos genitais femininos de cabras sem raça definida, adultas, coletadas em abatedouros especializados. Foram usadas duas técnicas para este experimento: 1) injeção de látex Neoprene 450 corado em vermelho, seguida da fixação em solução aquosa de formol a 10%. 2) injeção de gelatina corada com cinábrio, seguida do processo de diafanização, pelo método de Spaltholz. Observou-se que os vasos destinados à irrigação sangüínea das tubas uterinas provêm das artérias ováricas. Em todos os espécimes (100%) as artérias ováricas tiveram sua origem na aorta abdominal ventralmente, lateralmente e ventrolateralmente ao vaso. As artérias ováricas, além de serem responsáveis pela irrigação sangüínea dos ovários, emitem ramos para as tubas uterinas. A artéria tubouterina subdivide-se em artérias tubárica média, a qual irriga as porções médias das tubas, e tubárica caudal, responsável pela irrigação das porções caudais das tubas uterinas e da extremidade cranial do corno uterino. A artéria tubárica cranial também originária da artéria tubouterina supre as porções craniais das tubas uterinas. Histologicamente, todos os segmentos tubáricos (istmo, ampola e infundíbulo) apresentaram epitélio simples, cilíndrico na mucosa, uma camada muscular e uma serosa.
Show more [+] Less [-]Origens e ramificações das artérias aortas esquerda e dorsal do jabuti (Geochelone carbonaria, Spix, 1824)
2001
Tânia Negreiros Faria | Arani Nanci Bomfim Mariana
Trabalhamos com 6 jabutis, 3 fêmeas e 3 machos da espécie Geochelone carbonaria, descrevendo as principais artérias responsáveis pela vascularização dos órgãos da cavidade celomática. Observamos que a aorta esquerda emite três ramos principais, para a irrigação dos órgãos da porção cranial do animal, antes de se unir com a aorta direita para formar a aorta dorsal, responsável pela irrigação da região caudal do animal, através de vários ramos que se apresentam variáveis quanto ao número e origem.
Show more [+] Less [-]Aspectos citoquímicos das células do sangue periférico de Oreochromis (Tilapia) niloticus. (Linnaeus, 1758) (Cichlidae, Teleostei): parte II
2001
Ivete Kotomi Ueda | Mizue Imoto Egami | Wilson da Silva Sasso | Eliana Reiko Matushima
Morfologicamente foram identificados no sangue de Oreochromis niloticus sete tipos de células: eritrócitos, trombócitos, neutrófilos, eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos. Em relação aos resultados citoquímicos foi contastada a presença de glicogênio em neutrófilos, trombócitos e em alguns linfócitos e monócitos. Os grânulos citoplasmáticos de neutrófilos e eosinófilos mostraram positividade para mieloperoxidade e Sudan black. O azul de bromofenol foi totalmente positivo em eritrócitos e eosinófilos.
Show more [+] Less [-]Avaliação histológica da regeneração óssea do rádio e ulna em cães submetidos ao alongamento com o fixador de Ilizarov
2001
Sheila Canevese Rahal | Reinaldo dos Santos Volpi | Paulo Iamaguti | Anete Ueda
O objetivo do estudo foi analisar histologicamente a qualidade, tipo e orientação dos tecidos formados na área de regeneração óssea produzida durante alongamento simultâneo do rádio e da ulna, com fixador externo de Ilizarov, a partir de osteotomia subperiosteal diafisária distal, com dois incrementos diários de 0,5 mm. A montagem foi composta de dois anéis e quatro hastes telescópicas, sendo a distração óssea iniciada no sexto dia de pós-operatório. Utilizaram-se 15 cães, sem raça definida, adultos, com peso corpóreo entre 17 e 30 kg, divididos por sorteio em subgrupos (A, B, C, D e E) compostos por três animais, que foram submetidos a eutanásia após os seguintes procedimentos: A- oito dias de alongamento, B- 15 dias de alongamento, C- 22 dias de alongamento, D- 28 dias de alongamento e oito dias de fase neutra com o fixador, E- 28 dias de alongamento, 60 dias de fase neutra com fixador e 45 dias sem fixador. Os resultados obtidos mostram que o tipo e localização da osteotomia, bem como o ritmo de distração utilizado, não interferiram sobremaneira na regeneração óssea. A reparação óssea foi eficiente, notadamente intramembranosa, contudo nos subgrupos B e C foi observada a presença de cartilagem.
Show more [+] Less [-]Estudo anatômico dos ramos do arco aórtico da paca (Agouti paca, Linnaeus, 1766)
2001
Fabrício Singaretti de Oliveira | Márcia Rita Fernandes Machado | Maria Angélica Miglino | Tatiana Monreal Nogueira
Foi descrita a distribuição do arco aórtico de oito animais da espécie Agouti paca, sendo duas fêmeas adultas e seis filhotes jovens (3 machos e 3 fêmeas) que foram obtidos no Setor de Animais Silvestres da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias -- Campus de Jaboticabal. Após morte natural, seus vasos arteriais foram injetados com Neoprene latex 650 (Du Pont do Brasil S.A.) coloridos e colocados em uma solução de formalina a 10%. Depois de dissecados, notou-se que o arco aórtico desses animais emite a artéria subclávia e o tronco braquiocefálico. Este último dá origem à artéria carótida comum esquerda e a um tronco, do qual surgem a artéria carótida comum direita e a artéria subclávia direita. Estas emitem, em cada antímero, a artéria vertebral, a artéria tronco costocervical, a artéria cervical superficial, a artéria axilar e a artéria torácica interna. Em apenas um animal a artéria carótida comum esquerda apresenta-se na forma de um sifão, logo após sua origem na artéria subclávia direita. Nos demais animais, a artéria carótida comum esquerda apresenta um trajeto retilíneo.
Show more [+] Less [-]Artéria e veia lienais de bovinos da raça Nelore
2001
Roberto Carvalhal | Wilson Machado de Souza | Maria Angélica Miglino
A artéria lienal mostra dois comportamentos antes de penetrar no hilo do baço, compondo o Grupo I (90%) com um ramo extra-hilar e o Grupo II (10%) com 2 destes ramos. Após penetrar, origina em média 13 ramos para a margem cranial e 10 para a margem caudal. A veia lienal freqüentemente (96,6%) está representada por um único vaso de trajeto longitudinal no eixo dorsoventral, para onde confluem em média 13 vasos da margem cranial e 11 da margem caudal, e raramente (3,3%) esta veia resulta da confluência de 2 vasos de calibres equivalentes.
Show more [+] Less [-]Comparação das técnicas de ELISA indireto e de soroneutralização na detecção de anticorpos contra o BHV-1 em amostras de soro bubalino (Bubalus bubalis)
2001
Adriana Cortez | Marcos Bryan Heinemann | Amauri Alcindo Alfieri | Kerly Cristina Médici | Alice Fernandes Alfieri | Daniela Bergamin Oliveira | Adriana Dresden Meyer | Rodrigo Martins Soares | Sidnei Mioshi Sakamoto | Renato Amaral | Pietro Sampaio Baruselli | Takako Fujii | Leonardo José Richtzenhain
O desempenho de um ELISA comercial (Bovine Rhinotracheitis virus antibody test Kit, Herdcheck®, IDEXX Laboratories Inc., USA) para a identificação de anticorpos anti-herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1), em soro bovino, foi avaliado em 133 amostras de soro de búfalos (Bubalus bubalis), sem histórico de vacinação para IBR, da Região do Vale do Ribeira, Estado de São Paulo. Tomando-se a técnica de soroneutralização como referência, o ELISA indireto apresentou sensibilidade e especificidade relativa de 97,14 e 46,03%, respectivamente. A concordância estimada pelo índice kappa, entre os dois métodos, foi de 0,44 IC (0,29-0,59), utilizando um intervalo de confiança de 95%.
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