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Results 181-190 of 201
Complexo teníase-cisticercose. Avaliação parcial da situação no Estado do Pará
1996
José de Arimatéa Freitas | Erieudes Nascimento Palermo
Um estudo retrospectivo a respeito da situação do complexo teníase-cisticercose no Estado do Pará demonstrou taxas de prevalência de 0,0097% (intervalo de confiança 0,002282-0,017172) para a cisticercose bovina e 0,0333% (intervalo de confiança 0,008648-0,070000) para a cisticercose suína (p < 0,05); tendência de queda de prevalência da cisticercose bovina; taxas de prevalência de teníases por Taenia solium e Taenia saginata, respectivamente de 0,113154% (intervalo de confiança 0,066255-0,160053) e 0,03657% (intervalo de confiança 0,004969-0,068173) (p < 0,05); e a ocorrência de 12 casos de cisticercose humana em Belém.
Show more [+] Less [-]Estudo comparativo da resistência à tração do peritônio (bovino, eqüino, suíno e canino) a fresco e conservado em glicerina
1996
Leila Cristina Batista | Carlos Roberto Daleck | Antonio Carlos Shimano | Antonio Carlos Alessi | Marcos de Souza Abrahão
Inúmeras moléstias, tais como neoplasias, traumatismos, abscessos, nódulos parasitários, podem comprometer a função normal de um órgão. Isto torna necessária, muitas vezes, a correção cirúrgica com a utilização de implantes, entre eles, as membranas biológicas. A finalidade deste trabalho foi testar e analisar a influência da glicerina na resistência à tração e na elasticidade de peritônios de bovino, eqüino, suíno e canino, assim como estabelecer uma comparação entre as membranas das espécies citadas, e suas alterações histológicas. Para isso, após o sacrifício dos animais, foram retiradas amostras de peritônio, padronizadas para cada espécie. Foram obtidos, então, os corpos de prova, padronizados nas dimensões de 6 mm de largura e 50 mm dé comprimento. Os ensaios de tração foram realizados em corpos de prova a fresco e em outros mantidos em glicerina durante 15, 30 e 60 dias. Os testes foram realizados em Máquina Universal de Ensaio. Após o teste mecânico de tração, os corpos de prova foram fixados, e cortes histológicos, corados pelo método de Hematoxilina-Eosina, foram obtidos e analisados. Os resultados da tração do peritônio a fresco bovino, eqüino, suíno e canino, quando analisados os alongamentos em função das cargas aplicadas, mostraram comportamentos heterogêneos, e o ponto de ruptura das membranas foi bastante diferente entre as espécies.
Show more [+] Less [-]Isolamento e identificação da microbiota fúngica e de dermatófitos da pele de eqüinos hígidos e daqueles afetados por dermatofitose
1996
Marcia Mayumi Ishikawa | Ronaldo Lucas | Carlos Eduardo Larsson | Walderez Gambale | Wilson Roberto Fernandes
Pela inexistência na literatura latino-americana e brasileira de trabalhos que enfoquem a microbiota fúngica de eqüinos hígidos e as principais espécies de dermatófitos em casos de eqüinos com lesões sugestivas de infecção dermatofítica do tegumento cutâneo, utilizaram-se 175 eqüinos, de ambos os sexos, tanto de raça definida como daqueles sem perfeita definição racial, de diferentes idades e que foram reunidos em 2 grupos. O GRUPO I composto de 133 eqüinos assintomáticos e desprovidos de lesões cutâneas, dos quais, após exame dermatológico, interposição da Luz de Wood (48 eqüinos), colheram-se, pela técnica do carpete, material que foi semeado em meios de ágar Sabouraud Dextrose, Mycobiotic ágar, Tricophyton ágar 3, Tricophyton ágar 5 e incubados a 25° e 37°C durante 30 dias. Isolaram-se: Penicillium sp (80,4%), fíhizopus sp (62,4%), Aspergillus sp (41,3%), Fusarium sp (40,6%), Cladosporium sp (33,1%), Trichoderma sp (21,0%), Mucorsp (18,0%), Epicoccum sp (12,0%), Mycelia sterillia (8,8%), Rhodotorula sp (7,5%), Neurospora sp (4,5%), Alternaria sp (3,7%), Aureobasidium sp (3,7%), Geotrichum sp (3,0%), Paecilomyces sp (2,2%), Monascus sp (2,2%), Cephalosporium sp (1,5%), Nigrospora sp (0,7%), Scopulariopsis brevicaulis (0,7%), Trichosporon sp (0,7%). O GRUPO II foi composto por 42 eqüinos portadores de lesões sugestivas de dermatofitose que, após terem sido submetidos a exame dermatológico, expostos à luz de Wood (22 eqüinos), tiveram pelame e crostas submetidos a cultivo micológico, isolando-se em 6 (14,3%) cepas de Dermatophylus congolensis e em 3 (7,1%) eqüinos houve o crescimento de dermatófitos da espécie Microsporum canis. Dos 70 eqüinos expostos à radiação ultravioleta observou-se falsa fluorescência em 2 animais.
Show more [+] Less [-]Regeneração de fibras nervosas periféricas após degeneração induzida por Haloxon
1996
Maria Veronica de Souza | Dominguita Luhers Graça | Sandro Narciso Nunes Ferrão | Emerson Antônio Contesini
Eventos de neurotoxicidade tardia têm sido freqüentemente associados com intoxicação crônica por organofosforados. Com a finalidade de estudar essa condição em ovelhas, 11 animais receberam uma ou duas doses de 353 ou 500 mg/kg de Haloxon via oral. Os animais intoxicados foram observados diariamente e, entre 16 e 25 dias após a intoxicação, sinais neurológicos de incoordenação e ataxia foram detectados em seis deles. Foram realizadas biópsias de nervos tibiais e laríngeos tão logo a neurotoxicidade foi diagnosticada e, após a morte, fragmentos de nervos periféricos selecionados foram colhidos, juntamente com o sistema nervoso central, para estudos de microscopia óptica, eletrônica de transmissão e de fibras desfiadas. Os nervos tibiais, laríngeos e ciáticos mostraram as alterações mais pronunciadas, que consistiram em degeneração walleriana, ora de uma única fibra, ora de todo um fascículo. Após a morte, exames histológicos revelaram fibras em regeneração com brotamentos axonais crescendo dentro de membranas de células de Schwann, alguns exibindo bainhas finas de mielina.
Show more [+] Less [-]Ramificação e distribuição dos nervos frênicos no diafragma de jumentos do Nordeste brasileiro (Asinus asinus)
1996
Adelmar Afonso de Amorim Júnior | Irvênia Luiza de Santis Prada | Maria Angélica Miglino
Mediante fixação e dissecação, foram examinadas, em 30 diafragmas de jumentos do Nordeste brasileiro (Asinusasinus), sendo 15 de machos e 15 de fêmeas, adultos, a ramificação e a distribuição dos nervos frênicos direito e esquerdo, tendo-se observado que: 1) Os nervos frênicos resolvem-se mais freqüentemente em tronco lombocostal e ramo esternal, tanto à direita (76,7%) como à esquerda (53,3%), com disposição simétrica em parte dos casos (43,3%); 2) Os ramos lombares destinam-se aos pilares correspondentes {pars lumbalis), cedendo ainda, da direita, filete nervoso ao pilar mediai esquerdo (3,3%), folíolo dorsal direito (6,7%) e folíolo ventral (3,3%) e, o da esquerda, filete nervoso ao pilar mediai direito (53,3%), folíolo dorsal esquerdo (13,3%) ou folíolo ventral (6,7%); 3) Os ramos costais distribuem-se à região dorsal da pars costatis do lado correspondente, tanto à direita como à esquerda e, ainda, à região ventral (3,3%) à direita, ao folíolo dorsal direito (3,3%) e, à esquerda, ao folíolo dorsal esquerdo (10,0%); 4) Os ramos esternais distribuem-se, do mesmo lado, à pars sternalis e região ventral da pars costalis, emitindo, ainda à direita, filete nervoso para a veia cava caudal (3,3%) ou para o folíolo ventral (3,3%).
Show more [+] Less [-]0 efeito potenciador do succinato de cloranfenicol sobre a pleurisia aguda induzida pela carragenina. Inibição por indometacina e dexametasona
1996
Julieta Rodini Engrácia de Moraes | Flávio Ruas de Moraes | Gervásio Henrique Bechara
Neste trabalho estudaram-se os efeitos da indometacina e dexametasona sobre a migração das células polimorfonucleares (PMN), produzida pelo cloranfenicol 4h após a aplicação intrapleural de carragenina ou dextrano. Demonstrou-se que o pré-tratamento de ratos com cloranfenicol (30mg/kg, ip, a cada 12h, por 4 dias) potenciou a migração de PMN para a cavidade inflamada, quando a carragenina (150mg) foi utilizada como estímulo inflamatório, enquanto a resposta ao dextrano (100mcg) não se alterou, em comparação com animais não tratados com o antibiótico. Ratos que receberam cloranfenicol e foram tratados com indometacina (2,0mg/kg, per os, 30 min antes da aplicação de carragenina) ou dexametasona (0,25mg/kg, ip, 30 min antes da aplicação de carragenina) apresentaram inibição das respostas celulares potenciadas. O mecanismo pelo qual o cloranfenicol produz aumento da resposta inflamatória permanece obscuro.
Show more [+] Less [-]Artérias da base do encéfalo de cães (Canis familiaris, Linnaeus, 1758). I. Estudo anatômico de suas origens e comportamento
1996
Maria Aparecida de Alcântara | Irvênia Luiza de Santis Prada
Foram utilizadas 43 peças de cães sem raça definida, sendo 30 delas dissecadas e as 13 restantes submetidas a processo de corrosão. As artérias da base do encéfalo estudadas estão na dependência de duas grandes fontes principais representadas, uma delas pela artéria basilar (sistema vértebro-basilar) e, a outra, pelas artérias carótidas internas esquerda e direita (sistema carótico); considerou-se, ainda, a possibilidade de ocorrência de fonte auxiliar, representada pelas anastomoses existentes entre a artéria maxilar e a artéria carótida interna. A particular disposição dos ramos das artérias carótidas internas e dos ramos terminais da artéria basilar determina formação de um circuito arterial do encéfalo que, a partir da divisão da artéria carótida interna, de ambos os lados, em seus ramos terminais, rostral e caudal, apresenta-se rostralmente de modo invariável, em pequeno arco ou ferradura de concavidade caudal; caudalmente de forma variada, constitui figura piriforme (56,6%) ou poligonal (43,3%) constituída, rostralmente, pelas artérias cerebrais rostrais esquerda e direita, lateralmente, pelos ramos rostral e caudal das artérias carótidas internas esquerda e direita e, caudolateralmente, pelos ramos terminais (à esquerda e à direita) da artéria basilar. O padrão vascular das artérias da base do encéfalo dos cães estudados situa-se entre os tipos 2a e 23, referidos por De Vriese (1905) e entre os estágios médio e final de seu desenvolvimento filogenético, considerado p o rT e stu t13(1911).
Show more [+] Less [-]Artérias da base do encéfalo de cães (Canis familiarisa Linnaeus, 1758). II. Formação e comportamento do circuito arterial do encéfalo
1996
Maria Aparecida de Alcântara | Irvênia Luiza de Santis Prada
Foram estudadas, mediante dissecação, 30 peças de cães SRD (sem raça definida), com o objetivo de melhor conhecer particularidades do comportamento das artérias da base do encéfalo. Nestas preparações observou-se que a particular disposição dos ramos terminais das artérias carótidas internas e basilar determina a formação de um CIRCUITO ARTERIAL, que contorna a hipófise e o quiasma óptico. Esta formação, a partir da divisão da artéria carótida interna, de ambos os lados, em seus ramos terminais rostral e caudal, apresenta-se, de modo invariável, em pequeno arco ou ferradura de concavidade caudal; caudalmente, de forma variada, constitui figura piriforme (56,6%) ou poligonal (43,3%) representada rostralmente, pelas artérias cerebrais rostrais esquerda e direita; lateralmente, pelos ramos terminais rostral e caudal das artérias carótidas internas esquerda e direita; e caudolateralmente, pelos ramos terminais (à esquerda e à direita) da artéria basilar.
Show more [+] Less [-]Artérias da base do encéfalo de cães (Canis familiaris, Linnaeus, 1758). I. Estudo anatômico de suas origens e comportamento | Arteries of the basis of the encephalon in dogs (Canis familiaris, Linnaeus, 1758). I. Anatomical study of sources and behaviour
1996
Maria Aparecida de Alcântara | Irvênia Luiza de Santis Prada
Foram utilizadas 43 peças de cães sem raça definida, sendo 30 delas dissecadas e as 13 restantes submetidas a processo de corrosão. As artérias da base do encéfalo estudadas estão na dependência de duas grandes fontes principais representadas, uma delas pela artéria basilar (sistema vértebro-basilar) e, a outra, pelas artérias carótidas internas<br />esquerda e direita (sistema carótico); considerou-se, ainda, a possibilidade de ocorrência de fonte auxiliar, representada pelas anastomoses existentes entre a artéria maxilar e a artéria carótida interna. A particular disposição dos ramos das artérias carótidas internas e dos ramos terminais da artéria basilar determina formação de um circuito arterial do encéfalo que, a partir da divisão da artéria carótida interna, de ambos os lados, em seus ramos terminais, rostral e caudal, apresenta-se rostralmente de modo invariável, em pequeno arco ou ferradura de concavidade caudal; caudalmente de forma variada, constitui figura piriforme (56,6%) ou poligonal (43,3%) constituída, rostralmente, pelas<br />artérias cerebrais rostrais esquerda e direita, lateralmente, pelos ramos rostral e caudal das artérias carótidas internas esquerda e direita e, caudolateralmente, pelos ramos terminais (à esquerda e à direita) da artéria basilar. O padrão vascular das artérias da base do encéfalo dos cães estudados situa-se entre os tipos 2a e 23, referidos por De Vriese<br />(1905) e entre os estágios médio e final de seu desenvolvimento filogenético, considerado p o rT e stu t13(1911). | For this research, 43 pieces of crossbred dogs were used; 30 of them were injected with coloured solution of Neoprene latex 450, fixed in formalin and used to study the patterns of the arteries of the basis of the encephalon. The remaining 13 pieces were treated with injection of vinyl acetate in the commom carotid artery and acid corrosion. Peculiar disposition of the branches of the internal carotid artery, and of the terminal branches of the basilar artery determinates the building of an arterial circuit that shows a constant rostral convex. The caudal part of this<br />arterial circuit has a pyriform (56,6%) or a polygonal (43,3%) shape. It is formed rostrally by the right and left cerebral arteries, laterally by the caudal and rostral branches of the right and left internal carotid arteries, and caudolaterally by the right and left terminal branches of the basilar artery. The vascular pattern of the arteries of the basis of the encephalon of the studied dogs can be placed referred between types 2a and 2B, as referred by De Vriese3 (1905), and between the medial and final stages of its filogenetic development, as considered by Testut13 (1911).
Show more [+] Less [-]Estudos com reovirus isolado de galinha-d’angola (Numida meleagridis) | Studies with reovirus isolated from guinea fowls (Numida meleagridis)
1996
Nair Massako Ratayama Ito | José Antonio Jerez | Claudio Issamu Miyaji | Clotilde Eugênea Margarida Peduti Dal Molin Capellaro | Márcia Helena Braga Catroxo
Este trabalho descreve algumas propriedades de um reovírus que foi isolado de pâncreas e intestino de galinhasd’angola<br />que padeciam de uma enterite transmissível. Coronavírus foi isolado do rim das mesmas aves. O reovírus<br />de galinhas-d’angola é patogênico para embriões de galinha-d’angola, de pata e de galinha mas não reproduziu os<br />achados de campo, quando inoculado em angolinhas, e nem foi patogênico para pintos e patinhos inoculados experimentalmente.<br /><br /> | This paper describes some properties of a reovirus isolated from the pancreas and intestines of guinea fowls suffering from a transmissible enteritis. Coronavirus was also recovered from kidneys of the same birds. The guinea fowl reovirus is pathogenic for guinea fowl, duck and chicken embryos, but it does not reproduce by itself the field findings when inoculated in day-old guinea poults, nor was it found to be pathogenic for chicks and ducklings on experimental infection.<br />.
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