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Haloragaceae, Hypoxidaceae e Typhaceae no município de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil
2022
Jerlane Nascimento Moura | Claudenir Simões Caires
É apresentado o levantamento florístico de Haloragaceae, Hypoxidaceae e Typhaceae para o município de Vitória da Conquista, Bahia, Brasil. Foram encontradas as seguintes espécies: Myriophyllum aquaticum (Vell.) Verdc., para Haloragaceae, Hypoxis decumbens L., para Hypoxidaceae e Typha angustifolia L., para Typhaceae. As três famílias foram consideradas novos registros para o município. O tratamento inclui descrição dos táxons, além de ilustrações de suas morfologias e distribuições geográficas, bem como comentários para as espécies.
Show more [+] Less [-]Composição florística da Serra da Fumaça, norte da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil
2022
Valdira de Jesus Santos | Francisco Hilder Magalhães e Silva | Luzicléia Araújo Sousa | Valdineide Reis de Sousa | Monique Emanuele da Silva | Marileide Dias Saba
O presente trabalho teve como principal objetivo realizar o levantamento florístico de espécies de angiospermas da Serra da Fumaça, município de Pindobaçu, para ampliar o conhecimento da flora e dos padrões de distribuição de espécies presentes no norte da Chapada Diamantina, Bahia, Brasil. Para tanto, foram realizadas expedições na área de estudo por um período de dois anos, além de levantamento no banco de dados dos herbários HUNEB e HUEFS. Os espécimes férteis foram coletados e processados seguindo os métodos usuais da botânica. O material herborizado foi identificado e incorporado ao HUNEB. Foram registradas 217 espécies, pertencentes a 52 famílias botânicas, com ocorrência de uma taxa de endemismo de 43,32% para espécies brasileiras e 6,9% para a Bahia. Rubiaceae, Orchidaceae, Fabaceae, Melastomataceae, Asteraceae e Euphorbiaceae estão entre as famílias mais representativas na área de estudo, enquanto o tipo de hábito predominante foi o herbáceo. Os dados aqui apresentados poderão subsidiar planos de manejo com o intuito de conservação e preservação na área, considerada de extrema importância biológica.
Show more [+] Less [-]Sazonalidade no nicho trófico da abelha-sem-ferrão Frieseomelitta meadewaldoi (Cockerell, 1915) (Hymenoptera, Apidae)
2022
Rondinelle Oliveira Batista | Luciene Cristina Lima e Lima | Francisco de Assis Ribeiro dos Santos
Amostras de pólen de Frieseomelitta meadewaldoi foram analisadas para determinação das plantas utilizadas e respectivas frequências de ocorrência e diversidade, e assim testar se há correlação entre a diversidade de recursos com a temperatura ou a pluviosidade. Na estação chuvosa, F. meadewaldoi explorou 27 fontes florais, com maior riqueza de tipos polínicos de Fabaceae e Myrtaceae. Na estação seca, foram registrados 34 tipos polínicas, com maior riqueza associada a Fabaceae, Rubiaceae, Anacardiaceae e Myrtaceae. Fontes de recursos florais importantes e eventos de especialização temporária ocorreram em ambas as estações, com destaque para Coutobea, Eucalyptus, Ligaria teretiflora, Mimosa pudica, Mollugo verticillata, Myrcia, Richardia grandiflora e Tapirira guianensis. Não houve correlação entre diversidade de recursos polínicos e a temperatura ou pluviosidade, pois depende da disponibilidade de fontes de recursos florais. Assim, essa diversidade não diferiu entre os meses ou estações, pois o forrageio de F. meadewaldoi é semelhante ao longo do ano.
Show more [+] Less [-]Expediente
2022
Revista Paubrasilia
Expediente
Show more [+] Less [-]Galhas e divulgação científica: mapeamento desta temática nas redes sociais
2022
Juliana Santos-Silva | Tainar de Jesus Araújo
Galhas são estruturas formadas por alterações nos padrões de crescimento e divisão celular nos órgãos da planta hospedeira em resposta à ação de diferentes organismos, como bactérias, fungos, nematódeos, ácaros e, em sua maioria, insetos. O conhecimento sobre as galhas continua sendo divulgado predominantemente em artigos científicos não atingindo a população em geral, o que pode prejudicar o reconhecimento por parte deste público da importância das galhas para a biodiversidade. Neste contexto, foi realizado um mapeamento da temática galha nas redes sociais (YouTube, Facebook, Instagram e Twitter), visando verificar quais as ferramentas e recursos estão sendo empregados, os conteúdos vinculados e o retorno do público. Um total de 96 publicações foi divulgado de 2016 a 2021, sendo a maioria publicada no Instagram (n=63) em 2020 (n=69). As postagens incluíram desde descrições dos morfotipos, divulgação de artigo e livro, imagens das galhas até vídeo. Aquelas postagens que abrangem imagem foram as mais frequentes (n=41) e tiveram o maior número de curtidas (n=1.604). A divulgação sobre galhas através das redes sociais encontra-se em expansão, fato observado pelo aumento de canais de divulgação científica e das publicações.
Show more [+] Less [-]Galhas e divulgação científica: mapeamento desta temática nas redes sociais
2022
Juliana Santos-Silva | Tainar de Jesus Araújo
Galhas são estruturas formadas por alterações nos padrões de crescimento e divisão celular nos órgãos da planta hospedeira em resposta à ação de diferentes organismos, como bactérias, fungos, nematódeos, ácaros e, em sua maioria, insetos. O conhecimento sobre as galhas continua sendo divulgado predominantemente em artigos científicos não atingindo a população em geral, o que pode prejudicar o reconhecimento por parte deste público da importância das galhas para a biodiversidade. Neste contexto, foi realizado um mapeamento da temática galha nas redes sociais (YouTube, Facebook, Instagram e Twitter), visando verificar quais as ferramentas e recursos estão sendo empregados, os conteúdos vinculados e o retorno do público. Um total de 96 publicações foi divulgado de 2016 a 2021, sendo a maioria publicada no Instagram (n=63) em 2020 (n=69). As postagens incluíram desde descrições dos morfotipos, divulgação de artigo e livro, imagens das galhas até vídeo. Aquelas postagens que abrangem imagem foram as mais frequentes (n=41) e tiveram o maior número de curtidas (n=1.604). A divulgação sobre galhas através das redes sociais encontra-se em expansão, fato observado pelo aumento de canais de divulgação científica e das publicações.
Show more [+] Less [-]“Plantas daninhas” da Caatinga, uma abordagem florística
2022
Maria Eduarda Eneas da Silva Falcão | Iasmin Rocha e Silva | Ana Patrícia Fernandes de Lima | Maria Deise das Dores Costa Duarte | Hermes Machado-Filho
Este trabalho realizou uma análise de estudos sobre florística de plantas consideradas daninhas presentes em cultivos na Caatinga. Os dados foram obtidos através de 40 artigos científicos de periódicos acadêmicos disponíveis na plataforma on-line do Google Acadêmico. Foram levantadas informações morfológicas, ecológicas e biogeográficas das espécies, avaliando também a similaridade e análise de regressão das áreas amostradas. 179 espécies foram identificadas, sendo 55 destas consideradas exóticas. Nas assembleias florísticas predominaram espécies herbáceas, terófitas, autocóricas e pantropicais. Os agrossistemas avaliados apresentaram baixa similaridade entre si, revelando floras mais heterogêneas do que o esperado, não seguindo o modelo previsto na Teoria de Biogeografia de Ilhas. A análise de regressão indicou relação não significativa entre distância geográfica e o Índice de Similaridade de Jaccard. Desse modo, os resultados mostram que plantas daninhas, na Caatinga, apesar de serem compostas por espécies generalistas e de ampla distribuição geográfica, suas assembleias são estruturadas de forma distintas.
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