Resposta hematológica do cascudo ornamental amazônico Peckoltia oligospila ao estresse de transporte.
2018
NEVES, M. S. | COUTO, M. V. S. | SOUSA, N. C. | SANTOS, R. F. B. | DIAS, H. M. | ABE, H. A. | DIAS, J. A. R. | CUNHA, F. S. | TAVARES-DIAS, M. | FUJIMOTO, R. Y. | M. S. NEVES, UFPA; M. V. S. COUTO, UFPA; N. C. SOUSA, UFPA; R. F. B. SANTOS, UFPA; H. M. DIAS, UFPA; H. A. ABE, UFPA; J. A. R. DIAS, UFPA; F. S. CUNHA, Unifap; MARCOS TAVARES DIAS, CPAF-AP; RODRIGO YUDI FUJIMOTO, CPATC.
O objetivo deste trabalho foi avaliar as respostas hematológicas do acari-bola Peckoltia oligospila submetido ao estresse de transporte. Variações nos parâmetros de sangue foram analisadas às zero, seis, 24, 48, 72 e 96 horas após o transporte. Respostas ao estresse foram observadas entre zero e seis horas do transporte, mas a maioria dos parâmetros retornou aos valores basais em 24 horas. O tempo de zero hora (momento imediato após transporte) foi o mais crítico, com valores elevados de glicemia, eritrócitos e eritroblastos. Respostas secundárias tardias foram observadas para a proteína plasmática total, o volume corpuscular médio (VCM) e a hemoglobina corpuscular média (HCM) em seis horas após o transporte dos peixes, retornando aos valores basais após esse período. O número de leucócitos não sofreu alterações após o transporte. O estresse de transporte não comprometeu a fisiologia de P. oligospila, o que indica que esse peixe é resistente ao estresse se comparado com outras espécies. Porém, recomenda-se que não se realize qualquer outro procedimento estressante durante pelo menos 24 horas da recuperação dos peixes após transporte, para garantir a saúde e a sobrevivência dos animais transportados.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária