Pecuária certificada do Pantanal.
2023
ABREU, U. G. P. de | GOMES, E. G. | BALDUINO, S. | NOGUEIRA, G. | PORTES, K. D. P. | GUIMARÃES, A. M. L. | URBANO GOMES PINTO DE ABREU, CPAP; ELIANE GONCALVES GOMES, SUEST; SILVIO BALDUINO, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES ORGÂNICOS, Campo Grande-MS; GIOVANNA NOGUEIRA, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES ORGÂNICOS, Campo Grande-MS; KARINE D. P. PORTES, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES ORGÂNICOS, Campo Grande-MS; ANNIELY M. L. GUIMARÃES, ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES ORGÂNICOS, Campo Grande-MS.
Os sistemas de rastreabilidade e de certificação são processos fundamentais para as cadeias de abastecimento de carne, e constituem uma área dinâmica e com impacto crescente. O objetivo deste trabalho foi analisar a tendência, o desempenho financeiro e o desenvolvimento dos abates ao longo do tempo, das duas certificações realizadas no âmbito dos protocolos de produção implantados no Pantanal, por meio da Associação Pantaneira de Pecuária Orgânica e Sustentável (ABPO). No Mato Grosso do Sul, desde dezembro de 2018, os protocolos Orgânico e Sustentável são premiados com isenção fiscal que fornecem um prêmio ao produtor associado. Para verificar a tendência de desenvolvimento no período de janeiro a dezembro de 2022, os dados das contagens do abate foram submetidos à metodologia de regressão não paramétrica de Loess. As duas certificações que possuem isenções fiscais possuem adoção bastante diferenciada pelos produtores da ABPO. O Protocolo Sustentável teve crescimento marcante no período analisado. Isto foi diametralmente oposto ao verificado com o Protocolo Orgânico.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária