Manejo da adubação potássica de manutenção para produção sustentável do algodoeiro em solo de textura arenosa do Cerrado baiano.
2008
SANTOS, F. C. DOS | ALBUQUERQUE FILHO, M. R. DE | FERREIRA, G. B. | SILVA FILHO, J. L. DA | PEDROSA, M. B. | VALENCA, A. R. | OLIVEIRA, W. P. DE | FLAVIA CRISTINA DOS SANTOS, CPAC; MANOEL RICARDO DE ALBUQUERQUE FILHO, CPAC; GILVAN BARBOSA FERREIRA, CPAF-RR; JOAO LUIS DA SILVA FILHO, CNPA; MURILO BARROS PEDROSA, FUNDAÇÃO BAHIA; ADEILVA RODRIGUES VALENCA, CNPA; WELLINGTON PEREIRA DE OLIVEIRA, FUNDAÇÃO BAHIA.
No Cerrado baiano, com grande abrangência de solos arenosos, cultivados em sistema plantio convencional com carga elevada de insumos, o manejo da adubação potássica para o algodoeiro merece atenção para se racionalizar o uso de fertilizantes e maquinário, com redução dos custos de produção e ambientais. Esse estudo objetivou avaliar o manejo da adubação potássica de manutenção para o algodoeiro. O experimento foi instalado na Fazenda Acalanto, São Desidério, BA, em Neossolo Quartzarênico. O delineamento estatístico foi de blocos casualizados com quatro repetições. Foi utilizada a variedade Delta Opal e testadas doses de 50 a 250 kg ha-1 de K2O, aplicadas a lanço e em dose única no plantio e aos 30 dap e parceladas aos 35 e 60 dap; além da testemunha. Avaliaram-se características de crescimento, produtividade e qualidade da fibra. Não houve efeito significativo (p<0,05) das doses, épocas e formas de aplicação de K2O sobre as características avaliadas. Dessa forma, nas condições do experimento, os resultados mostram que a aplicação de doses únicas de K pode ser tão eficiente quanto a parcelada e que há possibilidade de redução das doses de K comumente aplicadas na região, devendo ser utilizado o conceito de reposição do que é exportado na colheita.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária