EFEITO DO DIFERIMENTO SOBRE A PRODUÇÃO DE FORRAGEM E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE Panicum maximum CV. TOBIATÃ
1999
NEWTON DE LUCENA COSTA | JOSÉ RIBAMAR DA C. OLIVEIRA | VALDINEI TADEU PAULINO
O efeito da época de diferimento sobre a produção e composição química da forragem de Panicum maximum cv. Tobiatã durante a estação seca, foi avaliado em experimento conduzido por dois anos em Ouro Preto do Oeste, Rondônia. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com parcelas divididas e três repetições. As épocas de diferimento (28 de fevereiro, 28 de março e 28 de abril) representavam as parcelas principais e os períodos de utilização (30 de junho, 30 de julho, 30 de agosto e 30 de setembro), as subparcelas. Os resultados obtidos sugerem a viabilidade do diferimento da gramínea, de forma a se ter forragem para a suplementação dos rebanhos durante o período da seca. Com utilizações em junho e julho, o diferimento, em fevereiro, proporcionou os maiores rendimentos de matéria verde seca (MVS). Já, com utilização em agosto e setembro, o diferimento em março foi o mais produtivo. Independente das épocas de diferimento, observou-se redução significativa (P < 0,05) dos teores de proteína bruta (PB) e dos coeficientes de digestibilidade in vitro da MSV (DIVMVS) com o aumento da idade das plantas. Contudo, os maiores rendimentos de PB foram obtidos com o diferimento em março e as utilizações em julho e agosto. Os maiores coeficientes de DIVMVS foram registrados com o diferimento em março ou abril e utilização em junho. Visando conciliar produção e qualidade da forragem, recomenda-se o diferimento em fevereiro, para utilizações em junho e julho, e o diferimento em março para utilizações em agosto e setembro.
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Información bibliográfica
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