O que tem no chá da casca da castanheira?
2023
ANDRADE, E. X. | RODRIGUES, C. S. | EVARISTO, J. A. M. | GUTERRES, S. B. | ZANCHI, F. B. | WADT, L. H. DE O. | EVARISTO, G. P. C. | ELISÂNGELA XAVIER ANDRADE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA | CAROLINE SILVA RODRIGUES, FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ | JOSEPH ALBERT MEDEIROS EVARISTO, FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ | SHEILA BARRETO GUTERRES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA | FERNANDO BERTON ZANCHI, FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ | LUCIA HELENA DE OLIVEIRA WADT, CPAF-RO | GEISA PAULINO CAPRINI EVARISTO, FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ.
A Bertholletia excelsa, conhecida popularmente como castanheira, tem grande importância na economia da região Amazônica e para as comunidades tradicionais, sendo utilizada também na medicina popular como infusão para tratamentos de diarréia, menopausa, diabetes, inflamação e como antibiótico. O objetivo geral deste estudo é identificar os principais metabólitos secundários presente na casca tronco da Bertholletia excelsa utilizando a técnica de análise metabolômica pela alta capacidade de extração, detecção analítica e sensibilidade. A coleta das cascas do tronco, foi realizada no Campo Experimental da Embrapa em Porto Velho/RO localizado na Rodovia BR 364 Km 55 em 06/08/2020. Exsicata do material coletado foi depositada para identificação taxonômica no Herbário Rondoniense João Geraldo Kuhlmann. Dentre os metabólitos identificados, os de maior concentração foram: ácido gálico, epigalocatequina, ácido linoleico, ácido octadecadienóico, ácido α-eleostárico, ácido 4-acetamidobutanóico, ácido 9-oxo-octadeca-10,12-dienóico, pirogalol e colina.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária