Pathogenic variability in monoascosporic strains of Sclerotinia sclerotiorum in soybean crop | Pathogenic variability in monoascosporic strains of Sclerotinia sclerotiorum in soybean crop
2025
Gentil Lima , Jéssica | Teodoro Bruzi, Adriano Teodoro Bruzi | Aparecida de Souza , Elaine | Teotônio Teixeira da Rocha , Taine | de Souza Arantes , Pablo | Cristina Batista , Elaine
Inglés. This study was conducted to evaluate the pathogenic variability among monoascosporic strains of the same Sclerotinia sclerotiorum isolate using the straw test in soybean germplasm. A total of 20 cultivars from the Soybean Germplasm Bank of the Federal University of Lavras (UFLA) and five monoascosporic S. sclerotiorum strains were used. A greenhouse experiment was conducted to evaluate the variability in aggressiveness between monoascosporic strains. Plants at the R1 stage were inoculated by the straw test. The experiment was conducted in a completely randomized design with three replicates. Evaluations were performed with a graduated ruler at seven, 14, and 21 days after inoculation according to the proportion of damaged area. The area under the disease progress curve (AUDPC) was estimated. Monoascosporic strains 7.3 and 7.4 were the most aggressive, and the BRSMG 790A and BRSMG 850GRR cultivars showed more stable resistance to the different monoascosporic strains. There was variability between the monoascosporic strains, and strains 7.3 and 7.4 are preferred for inoculation in breeding programs aimed at obtaining soybean cultivars resistant to S. sclerotiorum.
Mostrar más [+] Menos [-]Portugués. Este estudo foi conduzido para avaliar a variabilidade patogênica entre cepas monoascospóricas do mesmo isolado de Sclerotinia sclerotiorum usando o teste do palhete em germoplasma de soja. Um total de 20 cultivares do Banco de Germoplasma de Soja da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e cinco cepas monoascospóricas de S. sclerotiorum foram utilizadas. Um experimento em estufa foi conduzido para avaliar a variabilidade na agressividade entre as cepas monoascospóricas. Plantas no estágio R1 foram inoculadas pelo teste do palhete. O experimento foi conduzido em um delineamento completamente casualizado com três repetições. Avaliações foram realizadas com uma régua graduada aos sete, 14 e 21 dias após a inoculação de acordo com a proporção da área danificada. A área sob a curva de progresso da doença (AUDPC) foi estimada. As cepas monoascospóricas 7.3 e 7.4 foram as mais agressivas, e as cultivares BRSMG 790A e BRSMG 850GRR mostraram resistência mais estável às diferentes cepas monoascospóricas. Houve variabilidade entre as cepas monoascospóricas, e as cepas 7.3 e 7.4 são preferidas para inoculação em programas de melhoramento visando a obtenção de cultivares de soja resistentes a S. sclerotiorum.
Mostrar más [+] Menos [-]Palabras clave de AGROVOC
Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas