Díodos emissores de luz (led) na micropropagação de capim-doce (Lippia dulcis trevir.).
2025
COSTA, M. S. M. da | OLIVEIRA, T. da S. | OLIVEIRA, T. da S. | COSTA, D. L. C. | MEDEIROS, A. P. R. | COSTA, A. da S. | RODRIGUES, S. de M. | LAMEIRA, O. A. | MARIA SINTIA MONTEIRO DA COSTA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; THALIA DA SILVA OLIVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; THAINARA DA SILVA OLIVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; DÉBORA LISBOA CORRÊA COSTA, SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO DO PARÁ; ANA PAULA RIBEIRO MEDEIROS, SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE DO PARÁ; ANDERSON DA SILVA COSTA, CPATU; SIMONE DE MIRANDA RODRIGUES, CPATU; OSMAR ALVES LAMEIRA, CPATU.
A planta Lippia dulcis, da família Verbenaceae, é conhecida como “erva dos astecas’’ no México e "capim doce" no Brasil. Seu chá é utilizado no tratamento de tosse e bronquite, e devido seu sabor e aroma adocicado também é utilizado como adoçante natural. Apesar do uso tradicional, há escassez de estudos científicos sobre suas potencialidades. A micropropagação in vitro é uma técnica que permite estudar o comportamento da L. dulcis, em condições laboratoriais controladas. Objetivou-se avaliar os efeitos dos diferentes comprimentos de onda no crescimento in vitro da L. dulcis. O estudo, conduzido no Laboratório de Biotecnologia e Recursos Genéticos da Embrapa Amazônia Oriental, utilizou explantes de plantas micropropagadas in vitro. Os explantes (segmento nodal) foram inoculados em tubos contendo 10 mL de meio MS (Murashige e Skoog, 1962). Os meios foram suplementados com sacarose (30,0 g.L-1), o pH foi ajustado a 5,7 ± 0,1 e em seguida gelificados com ‘Phytagel’ (3,0 g.L-1). Após a inoculação, os tubos foram acondicionados em sala, temperatura de 25 ± 1°C em 4 diferentes comprimentos de onda: LED branca: tratamento 1: 26 μmol.m-2.s-1, LED verde: tratamento 2: 15 μmol.m-2.s-1, LED azul: tratamento 3: 23 μmol.m-2.s-1, LED amarelo: tratamento 4: 13 μmol.m-2.s-1. O fotoperíodo foi de 12 horas/dia. Durante 90 dias, as alturas das plântulas e o número de brotos foram mensalmente avaliados. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado (DIC). Apesar da baixa diferença estatística, na altura dos brotos, os tratamentos branco, verde e amarelo se destacam tendo maiores médias. Sobre as médias de brotação não ocorreu diferença estatística. Os diferentes comprimentos de ondas também afetam os teores de clorofila a, clorofila b e carotenoides na espécie avaliada. Para a clorofila total os tratamentos branco e azul apresentaram as maiores concentrações ocorrida.
Mostrar más [+] Menos [-]Na publicação: Simone Rodrigues de Miranda.
Mostrar más [+] Menos [-]Palabras clave de AGROVOC
Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária