Otimização das condições de deslignificacão alcalina em folhas da cora do abacaxi: análise do número kappa e espectroscopia FTIR.
2025
DAMIÃO, E. F. | SILVA, L. C. | XAVIER, V. A. de S. | MOTA, R. D. P. | ASCHERI, D. P. R. | ASCHERI, J. L. R. | EULINA FERNANDES DAMIÃO, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS; LARISSA CAETANO SILVA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS; VITÓRIA APARAECIDA DE SOUZA XAVIER, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS; REJANE DIAS PEREIA MOTA, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS; DIEGO PALMIRO RAMIREZ ASCHERI, UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS; JOSE LUIS RAMIREZ ASCHERI, CTAA.
A biomassa residual do abacaxizeiro, rica em celulose, é frequentemente descartada após a colheita, subutilizando um recurso com potencial para aplicações de alto valor agregado. Contudo, durante a extração da lignina, sua recondensação compromete a eficiência da remoção de celulose. Este estudo buscou otimizar as condições de deslignificação alcalina em folhas da coroa de abacaxi em biorreator, avaliando o Número Kappa (Kp) e espectrofotometria FTIR. Foram testadas concentrações de NaOH (1%, 2% e 3%) e tempos de extração (1,5, 2,0 e 2,5 h), com análise estatística (ANOVA, teste de médias e PCA; com p-valor ≤ 0,5). O tratamento com 3% NaOH por 2,5 h promoveu a maior remoção de lignina (84,3%), resultando em polpa celulósica com Kp = 8,1, porém acarretou maior recondensação de lignina e perda de celulose. Já, o uso de 2% NaOH por 1,5 h removeu 83,9% da lignina, produzindo polpa celulósica com Kp = 8,3, com menor teor residual de lignina e maior preservação de celulose. Conclui-se que essa última condição equilibra eficiência na deslignificação e manutenção da qualidade da celulose, sendo a mais adequada para aplicações sustentáveis.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária