Composição química da carne de cordeiros alimentados com glicerina bruta na fase de terminação.
2009
LAGE, J. F. | PAULINO, P. V. R. | PEREIRA, L. G. R. | MONNERAT, J. P. I. dos S. | SOUZA, N. K. de P. | VALADARES FILHO, S. de C. | JOSIANE FONSECA LAGE, UFV | PEDRO VEIGA RODRIGUES PAULINO, UFV | LUIZ GUSTAVO RIBEIRO PEREIRA, CPATSA | JOÃO PAULO ISMÉRIO DOS SANTOS MONNERAT, UFV | NATÁLIA KRISH DE PAIVA SOUZA, UFV | SEBASTIÃO DE CAMPOS VALADARES FILHO, UFV.
Objetivou-se neste trabalho avaliar o efeito dos níveis de inclusão de glicerina bruta na dieta de cordeiros em terminação sobre a composição química do músculo Longissimus dorsi. Foram utilizados 30 machos da raça Santa Inês, não castrados, com peso médio inicial de 20 kg, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, a cinco tratamentos experimentais, com seis repetições, que consistiram de níveis de inclusão da glicerina bruta, em substituição ao milho, sendo 0, 3, 6, 9 e 12% na matéria seca (MS) da dieta. Os animais foram mantidos em baias individuais e quando o grupo atingiu aproximadamente 35 kg de peso corporal, foram abatidos e as carcaças resfriadas em câmara fria por um período de 24 horas a uma temperatura de 0ºC. Após o resfriamento, foi retirada uma porção do músculo Longissimus dorsi, na carcaça esquerda, para realização da análise do teor de umidade, proteína bruta, extrato etéreo e cinzas. Não houve efeito dos níveis de glicerina bruta (P>0,05) para os teores de umidade, extrato etéreo e cinzas. Entretanto, houve efeito linear decrescente (P<0,05) quando se avaliou o teor de proteína bruta da carne. Conclui-se que o aumento dos níveis de glicerina bruta na dieta de cordeiros não promove diferenças nos teores de umidade, cinzas e extrato etéreo, mas promove diferenças quanto ao teor de proteína bruta da carne.
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Información bibliográfica
Este registro bibliográfico ha sido proporcionado por Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária