Dark clouds and their silver linings: exotic generalist predators in augmentative biological control
2002
CLERCQ, PATRICK DE(Ghent University Dept. Crop Protection Lab. Agrozoology)
portugais. Vários artrópodos predadores polífagos estão disponíveis para uso em controle biológico pelo aumento da população, com o objetivo de controlar ácaros e insetos-praga em ampla variedade de culturas. Muitos desses predadores não são nativos da área onde serão introduzidos. Neste artigo discutem-se os beneficios e os riscos do uso de predadores generalistas exóticos como agentes de biocontrole. O fato de os predadores polífagos serem criados facilmente em alimento não-natural e poderem ser usados contra diferentes espécies de pragas, faz com que eles se tornem atrativos para comercialização. Predadores polífagos ou fitófagos facultativos apresentam menor dificuldade em se manterem na presença de baixas populações das presas e podem ser introduzidos nas culturas antes que a praga-alvo esteja presente, evitando o crescimento de populações de pragas que possam causar danos econômicos. Por outro lado, espécies generalistas podem interferir com outras espécies benéficas na cultura e espécies facultativas podem, excepcionalmente, causar danos às culturas. O uso de inimigos naturais não-nativos pode envolver riscos ambientais. Procedimentos para a avaliação de riscos, enfocando principalmente a amplitude de hospedeiros, têm sido implementados em um número crescente de países. A avaliação da especificidade hospedeira, entretanto, deve ser conduzida em condições reais. Em adição, a adequabilidade do clima, a habilidade de dispersão de um predador importado e a presença de seus inimigos naturais na área de introdução são fatores importantes quando se avaliam os riscos ambientais. As normas reguladoras são essenciais mas não devem dificultar a implementação do controle biológico como alternativa ao controle químico de pragas.
Afficher plus [+] Moins [-]anglais. Several polyphagous arthropod predators are commercially available for augmentative biological control targeting mite and insect pests in a variety of cropping systems. A number of these predators are not native to the area of release. The current paper discusses benefits and risks of using exotic generalist predators as biocontrol agents. The fact that polyphagous predators are easily reared on unnatural foods and can be used against different pest species makes them attractive for commercialization. Polyphagous or facultatively phytophagous predators have less difficulty in maintaining their populations at low prey densities and can sometimes be introduced in the crop before the target pest is present, thus preventing the buildup of pest populations before economic damage is done. On the other hand, generalists may interfere with the action of other beneficials in the crop, and facultative plant feeding by predatory arthropods exceptionally causes crop damage. The use of non-native natural enemies may entail environmental risks. In a growing number of countries, risk assessment procedures are being implemented that are largely focused on host range testing. It is emphasized, however, that the experimental evaluation of host specificity should be done under realistic conditions. Furthermore, climatic matching and dispersal ability of an imported predator and the presence of its natural enemies in the area of introduction are important factors to be considered when assessing environmental risks. Regulation is essential but should not hamper the implementation of biological control as an alternative to chemical pest control.
Afficher plus [+] Moins [-]Mots clés AGROVOC
Informations bibliographiques
Cette notice bibliographique a été fournie par Scientific Electronic Library Online Brazil
Découvrez la collection de ce fournisseur de données dans AGRIS