Óleo essencial de Tagetes minuta como fitoterápico no controle dos carrapatos.
2019
BARROS, J. C. | GARCIA, M. V. | ANDREOTTI, R.
portugais. Os primeiros registros da utilização de plantas com uso medicinal datam do antigo Egito em papiros que se referem a mais de quinhentas plantas medicinais (Barata, 2005). Nesse contexto lembramos que o Brasil apresenta uma biodiversidade vegetal enorme, ultrapassando 50.000 espécies, porém apenas 1% foi estudada química e/ou farmacologicamente, sendo que, pelo menos, trezentas plantas medicinais já fazem parte do arsenal terapêutico popular brasileiro (Barata, 2005). Os produtos vegetais estão representados por centenas de princípios ativos que pertencem às seguintes cinco classes químicas: carboidratos, lipídios, compostos nitrogenados (aminoácidos, peptídios, proteínas, 17 glicosídios cianogênicos e alcaloides), terpenoides e os fenilpropanoides. Muitos desses compostos apresentam uma atividade biológica, como por exemplo, ações tranquilizantes, analgésicas, antiinflamatórias, citotóxicas, anticoncepcionais, antimicrobianas, antivirais, fungicidas, inseticidas, repelentes de artrópodes, entre outras (Di Stasi, 2002; Wanzala; Ogoma, 2013; Gakuubi et al., 2016). Estes produtos são utilizados para as mais diversas finalidades, tanto na terapêutica clínica, como na indústria de cosméticos e de alimentos (Carvalho et al., 2007).
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Informations bibliographiques
Cette notice bibliographique a été fournie par Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
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