Jogar luz sobre as inumanidades é um modo de inserir um pouco de humanidade no âmbito público do Brasil de hoje. Cabe iniciar pela desumanidade mais gritante que é o desprezo pela vida e sofrimento alheios emanado da Presidência da República, ministros e assessores próximos, felizmente, incapazes até o momento de paralisar completamente o serviço público federal. Chamo a atenção também para a insistência, mesmo frente a tragédia, numa agenda econômica perversa mais do que apenas injusta, como se nota na gestão do auxílio emergencial aceito a contragosto e, por isso, fixado em valor modesto.
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