Seleção de genótipos de soja de ciclo semiprecoce/médio em Rondonópolis, MT
2014
Débora Santana de Matos Souza | Analy Polizel | Osvaldo Toshiyuki Hamawaki | Edna Maria Bonfim- Silva | Márcio Koetz | Raphael Lemes Hamawaki
A cultura da soja possui uma variação de adaptabilidade, devido a grande sensibilidade das cultivares ao fotoperíodo. Há um aumento de seu ciclo quando à altitude e latitude aumenta do Norte para Sul, diminuindo em regiões de menor altitude e quando se desloca do Sul para o Norte; causando uma faixa de limitação de adaptação. Mediante isto, o presente trabalho teve como objetivo avaliar genótipos de soja de ciclo semiprecoce/médio quanto ao desempenho agronômico. Os ensaios foram instalados no campo experimental da Universidade Federal de Mato Grosso, em Rondonópolis- MT. Foram avaliados 27 genótipos de soja de ciclo semiprecoce/médio. O experimento foi conduzido em duplicidade sendo um submetido a tratamento com fungicida e outro com ausência, em delineamento de blocos casualizados. As variáveis analisadas foram: severidade e número de pústulas cm-2 da ferrugem asiática, teor de clorofila, condutância estomática, número de dias para floração, altura de planta na maturidade e inserção de primeira vagem, produtividade de grãos, peso de cem grãos, número de vagem por planta e grãos por vagem. Os dados foram submetidos à análise de variância através do programa estatístico Sisvar. Os materiais UFUS 113 e a testemunha UFUS Riqueza apresentaram maior resistência ao patógeno, enquanto o genótipo UFUS 102 se destacou nos caracteres altura de planta, inserção de primeira vagem, percentual de grãos e produtividade.
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