Root system and antioxidant mechanisms of Eugenia uniflora plants promote greater tolerance to aluminum stress | Sistema radicular e mecanismos antioxidantes de plantas de Eugenia uniflora promovem maior tolerância ao estresse por alumínio
2024
Gessica Rossato da Silva | Marcos Vinícius Miranda Aguilar | Thomas Wink Peixoto | Daniel Vinicios Valsoler | Tais Dorneles de Azevedo | Luciane Almeri Tabaldi
anglais. Aluminum (Al) toxicity is an issue in many cultivated areas in the world, affecting the productivity of the most diverse crops. Therefore, it is necessary to assess whether excess Al has negative effects on the growth of tree species such as Eugenia uniflora, which has great ecological, economic, food and medicinal potential. Thus, this study aimed to evaluate Al tolerance of E. uniflora seedlings, based on the effects of Al on physiological, biochemical and morphological variables. We used a completely randomized experimental design, consisting of five Al concentrations (0, 15, 30, 45 and 60 ?M) and four replications. At the end of the period of exposure to the treatments, morphological (shoot and root dry weight and root morphology), physiological (chlorophyll a fluorescence) and biochemical (photosynthetic pigment concentration, hydrogen peroxide content (H2O2), guaiacol peroxidase (POD) and superoxide dismutase (SOD) activity)) variables were evaluated. The absence of significant differences in shoot and, root dry weight of E. uniflora seedlings, regardless of Al concentrations, suggest that E. uniflora is aluminum tolerant. The maintenance of the content of photosynthetic pigments and the values of Fv/Fm, as well as the low H2O2 content in roots also confirm the tolerance of E. uniflora to aluminum.
Afficher plus [+] Moins [-]portugais. A toxicidade do alumínio (Al) é um problema que ocorre em muitas áreas cultivadas no mundo, afetando a produtividade das mais diversas culturas. Assim, torna-se necessário verificar se o excesso de Al causa efeitos negativos no crescimento de espécies arbóreas, como a Eugenia uniflora, que apresenta grande potencial ecológico, econômico, alimentício e medicinal. Desta forma, objetivou-se verificar a tolerância ao Al em mudas de E. uniflora, verificando os efeitos do Al nas variáveis fisiológicas, bioquímicas e morfológicas. Adotou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, composto por cinco concentrações de Al: 0, 15, 30, 45 e 60 ?M, e quatro repetições. Ao final do período de exposição aos tratamentos avaliou-se as variáveis morfológicas (massa seca da parte aérea e de raízes e morfologia de raízes), fisiológicas (fluorescência da clorofila a) e bioquímicas (concentração de pigmentos fotossintéticos, conteúdo de peróxido de hidrogênio (H2O2), e atividade das enzimas guaiacol peroxidase (POD) e superóxido dismutase (SOD)) nas plantas. A ausência de diferenças significativas no peso seco da parte aérea e da raiz de mudas de E. uniflora, independentemente das concentrações de Al, sugere que E. uniflora é tolerante ao alumínio. A manutenção do teor de pigmentos fotossintéticos e dos valores de Fv/Fm, bem como o baixo teor de H2O2 nas raízes também confirmam a tolerância de E. uniflora ao alumínio.
Afficher plus [+] Moins [-]Mots clés AGROVOC
Informations bibliographiques
Cette notice bibliographique a été fournie par Universidad Federal Rural de Pernambuco
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