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Irrigação do testículo em eqüino da raça Puro-Sangue Inglês
2000
Roberto Carvalhal | Vicente Borelli | Maria Angelica Miglino
Estudamos o comportamento da artéria testicular e seus ramos, bem como o número e distribuição dos vasos penetrantes, em 30 pares de testículos de eqüinos da raça Puro-Sangue Inglês, adultos, mediante análise de esquemas de modelos obtidos pela corrosão após injeção de acetato de vinil. Verificamos que a artéria testicular apresenta 5 diferentes tipos de arranjos vasculares, isto é: a artéria testicular emite número variável de ramos, de 2 a 10 ramos mediais e de 3 a 11 ramos laterais (35 vezes - 58,4%); ou cede de 3 a 8 ramos adicionais e ao nível da metade de seu percurso, na borda livre do órgão, divide-se em um ramo medial e outro lateral (12 vezes - 20,0%); ou divide a irrigação do órgão com ramos denominados de complementares, 1 ramo (6 vezes - 10,0%) e 3 ramos (1 vez - 1,6%); ou ainda fornece os ramos medial e lateral, com predominância do lateral (3 vezes - 5,0%) ou do medial (3 vezes - 5,0%). Quanto à distribuição dos vasos penetrantes nos diferentes quadrantes, observamos que em mediana, por ordem, os testículos direitos apresentam o maior número de vasos penetrantes no quadrante craniomedial (13,0), seguido pelos quadrantes craniolateral (10,5), caudolateral (7,0) e caudomedial (6,5). Nos testículos esquerdos, também o quadrante craniomedial mostra o maior número de vasos penetrantes (12,5), seguido pelos quadrantes craniolateral (10,0), e com equivalência os quadrantes caudomedial e caudolateral (7,0). Anastomoses (8 vezes - 13,3%) foram localizadas todas na face ventral do órgão. Comparando o número de vasos penetrantes dos testículos direitos e esquerdos, verificamos que não existem diferenças estatisticamente significativas nos eqüinos da raça Puro-Sangue Inglês.
Afficher plus [+] Moins [-]Efeitos da lasalocida sódica e proporção volumoso/concentrados sobre a fermentação ruminal em vacas secas
2000
Paulo Henrique Mazza Rodrigues | Carlos de Sousa Lucci | Ari Luiz de Castro
Efeitos da lasalocida sódica e de diferentes proporções volumoso:concentrados foram estudados em experimento em Quadrado Latino 4 x 4, utilizando-se quatro fêmeas bovinas (500 kg P.V.) dotadas de cânulas ruminais. Os tratamentos foram dispostos em arranjo fatorial 2 x 2 com 40% ou 70% de volumoso (feno de Coast Cross) e zero ou 200 mg de lasalocida/animal/dia. Colheitas de líquido ruminal foram realizadas no 21º dia de cada subperíodo experimental às 0, 1, 2, 3, 4, 6 e 8 horas após a 1ª refeição. Observou-se interação entre tratamentos sobre a porcentagem molar de propionato e a relação acetato:propionato (p < 0,05): o emprego de menos volumoso aumentou o propionato em 19,0% na presença de lasalocida e 0,6% na sua ausência. Similarmente, a relação A:P diminuiu 20,6% na presença de lasalocida e 4,9%, na sua ausência (p < 0,05). Menor proporção de volumoso fez diminuir a porcentagem molar de acetato em 4,7% e aumentar a de butirato em 15,7%, independentemente da lasalocida (p < 0,05). O decréscimo da proporção de volumoso aumentou a ingestão de MS (p < 0,05), diminuiu a concentração ruminal de amônia a partir de 4 horas após a 1ª refeição (p < 0,05), diminuiu o pH do líquido ruminal a partir de 2 horas (p < 0,05) e o fluxo ruminal de líquidos/kg de MS consumida (p < 0,05), mas não alterou o volume líquido ruminal ou as concentrações séricas de uréia.
Afficher plus [+] Moins [-]Pontes de miocárdio em bovinos da raça Canchim, I - Aspectos microscópicos
2000
José Wilson dos Santos | Pedro Primo Bombonato | Marcelo Emílio Beletti | Renato Souto Severino | Frederico Ozanan Carneiro e Silva
Estudamos em 30 corações de Bos taurus adultos, fêmeas da raça Canchim, as relações entre a parede arterial e o tecido circunjacente nos diferentes segmentos pontinos. Para o estudo microscópico foram coletados fragmentos de material a fresco tratados segundo técnicas microscópicas convencionais. As fibras musculares dos segmentos pré-pontino e pós-pontino são de localização subepicárdica. As fibras musculares estriadas cardíacas do segmento pontino apresentam-se predominantemente oblíquas ao vaso, acompanhando o seu eixo longitudinal; separam-se para formar um espaço losângico que abriga no centro a referida artéria e nas laterais tecido conjuntivo, constituído por fibras colágenas, elásticas, vasos, nervos e tecido adiposo.
Afficher plus [+] Moins [-]Vascularização arterial dos ovários, tubas uterinas e útero em catetos (Tayassu tajacu, Linnaeus, 1758) e queixadas (Tayassu pecari, Link, 1795)
2000
Tatiana Carlesso dos Santos | Maria Angélica Miglino | Gilberto Valente Machado | Wilson Machado de Souza
Estudou-se a vascularização arterial em nove fêmeas adultas de cateto, incluindo uma jovem e uma gestante, e em seis fêmeas de queixada (três jovens e três adultas). Para este estudo as artérias foram injetadas com solução de látex Neoprene 650 corado e após fixação de formol foram dissecadas. O material foi obtido na Universidade Federal do Paraná - Campus Palotina e na Universidade Estadual Paulista - Campus de Ilha Solteira. As artérias responsáveis pela irrigação sangüínea dos ovários, tubas uterinas e útero são as artérias útero-ováricas, que emitem as artérias uterinas e ováricas, e as artérias vaginais, estando presentes em todas as amostras, porém variando suas origens. As artérias ováricas emitiram ramos para os ovários, tubas uterinas (ramos tubáricos) e extremidades craniais dos cornos uterinos (ramos tubo-uterinos) e as artérias uterinas enviaram ramos para os cornos uterinos, corpos uterinos e porções craniais da cérvix uterina. As artérias vaginais enviaram ramos para a cérvix e a vagina.
Afficher plus [+] Moins [-]Origem das artérias celíaca e mesentérica cranial em bubalinos (Bubalus bubalis, L. 1758)
2000
Márcia Rita Fernandes Machado | Maria Angélica Miglino | Vania Pais Cabral | Nilton de Araújo
Com o intuito de conhecer melhor o sistema arterial nesta espécie, descrevemos a origem das artérias celíaca e mesentérica cranial dos bubalinos. Utilizamos 30 fetos e 1 animal adulto. Os fetos variavam de 4 a 8 meses de idade e tiveram seus vasos injetados com solução de látex - Neoprene, tiveram seus vasos dissecados, e um animal adulto, que teve seus vasos dissecados no local de abate. Observamos que as artérias celíaca e mesentérica cranial originavam-se da porção torácica da aorta em todos os casos, estando isoladas em 90,33% deles e em tronco comum (tronco celíaco mesentérico) em 9,67% dos casos.
Afficher plus [+] Moins [-]Vascularização arterial da glândula mamária em caprinos sem raça definida (Capra hircus, Linnaeus, 1758)
2000
Luiz Carlos Rosemberg | Maria Angelica Miglino
Estudamos a distribuição e o arranjo vascular arterial dos ramos à glândula mamária em 30 caprinos sem raça definida, adultos, oriundos dos estados do Ceará e Minas Gerais, mediante a análise de esquemas de modelos obtidos pela injeção de látex "neoprene" 450, fixação em formol a 10% e dissecção. O suprimento sangüíneo de cada metade do úbere faz-se pela A. pudenda externa, complementado por conexões com ramos das Aa. pudenda interna e torácica interna. Próximo ao úbere a A. pudenda externa curva-se cranialmente, emite o ramo mamário superficial, torna-se A. mamária até a sua bifurcação; emite ainda ramos aos linfonodos mamários e à região labial ventral da vulva. Ao penetrar na glândula a A. mamária bifurca-se dando origem às Aa. mamárias cranial e medial que enviam diversos ramos à glândula em geral e pele da região. A A. mamária cranial percorre cranialmente a parede abdominal ventral como A. epigástrica caudal superficial. Não existem diferenças significativas entre os arranjos vasculares dos dois antímeros da mama. Ocorrem anastomoses entre as Aa. mamárias mediais e seus ramos. Fizemos uma análise comparativa do nosso trabalho em relação a outros estudos a respeito da irrigação da glândula mamária em ruminantes.
Afficher plus [+] Moins [-]Uso de probiótico composto por Lactobacillus acidophilus, Streptococcus faecium e Sacharomyces cerevisae na dieta de vitelos bovinos: efeitos sobre o desempenho e a qualidade da carne
2000
Pedro Afonso de Preaulx Moreira Alves | Oriel Fajardo Campos | Maria Izabel Vieira de Almeida | Rosane Scatamburlo Lizieire | Regina Célia Della Modesta | Fernando Queiroz de Almeida | Celso Gabriel Herrera Nascimento
Este trabalho objetivou avaliar o desempenho e a qualidade da carne de vitelos bovinos em função da adição na dieta de probiótico composto por Lactobacillus acidophilus, Streptococcus faecium e Sacharomyces cerevisae. Foram utilizados 14 bezerros mestiços Holandês-Zebu, distribuídos em blocos, de acordo com o peso ao nascer, nos tratamentos, leite integral e leite integral adicionado de probiótico. A alimentação foi constituída exclusivamente por leite integral. Os animais foram pesados quinzenalmente do nascimento ao abate, entre 160 e 190 kg de peso vivo. Avaliou-se o ganho de peso diário, consumo de matéria seca, conversão alimentar, rendimento da carcaça, escore fecal e análise sensorial da carne. Os resultados foram interpretados por análise de variância e as médias comparadas pelo teste de F e os valores médios semanais de escore fecal foram analisados por análise não-paramétrica utilizando o teste de Wilcoxon. Na análise sensorial não foram observadas diferenças entre tratamentos, e os resultados indicaram coloração clara, compatível com a cor vermelha desejada pelo mercado. Os resultados do ganho diário de peso vivo, conversão alimentar e peso e rendimento da carcaça dos animais para ambos os tratamentos foram de 892 e 945 g; 1,41 e 1,30; 90,9 e 98,8 kg; e 57,1 e 58,3%, respectivamente, para animais alimentados com leite integral e leite mais probiótico (p >; 0,05).
Afficher plus [+] Moins [-]Irrigação do nó sinoatrial em suínos da raça Piètrain
2000
Renato Souto Severino | Frederico Ozanan Carneiro e Silva | Sérgio Salarzar Drummond | Pedro Primo Bombonato | Fernando Pierucci Alves
Estudou-se, em 30 (trinta) corações de suínos da raça Piètrain, adultos e de ambos os sexos, a irrigação do nó sinoatrial, visando conhecer a origem, trajeto e distribuição dos vasos responsáveis pela nutrição deste tecido, bem como eventuais anastomoses que pudessem ocorrer entre estes colaterais. Para tanto, os corações tiveram seus sistemas coronarianos canulados e injetados com uma solução corada de Neoprene látex 450, fixados em solução aquosa de formol a 10% e dissecados os ramos atriais das artérias coronárias esquerda e direita. Constatou-se que em 27 (90% ± 5,47) corações o tecido nodal é irrigado por colaterais provenientes da A. coronária direita, mais precisamente pelo ramo atrial proximal direito, isoladamente em 18 (60% ± 8,94) órgãos ou associado: ao ramo atrial intermédio direito em 7 (23,33% ± 7,72) ou ao ramo atrial distal direito em 2 (6,66% ± 4,55). Em 3 (10% ± 5,47) órgãos, o nó sinoatrial é vascularizado por colaterais provenientes das Aa. coronárias direita e esquerda, sempre por meio do ramo atrial proximal direito, associado ao ramo atrial proximal esquerdo em 2 (6,66% ± 4,55) ou aos ramos atriais intermédio direito e proximal esquerdo em 1 (3,33% ± 3,27) órgão. Evidenciaram-se, ainda, anastomoses travadas entre os diferentes vasos que participam da irrigação do nó sinoatrial em suínos da raça Piètrain.
Afficher plus [+] Moins [-]Piômetra na espécie felina - Relato de um caso em Panthera onca
2000
Gilson Hélio Toniollo | Domingos de Faria Jr. | Elzylene Lega | Cristina Mendes Batista | Newton Nunes
Foi atendida, no Hospital Veterinário "Governador Laudo Natel" da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinária - UNESP - Campus de Jaboticabal, uma onça (Panthera onca) apresentando quadro de piometrite com cérvix fechada, confirmado através de radiografia abdominal. O animal foi submetido a ovarioisterectomia por celiotomia na linha mediana, sob anestesia dissociativa com manutenção através de anestesia geral inalatória. O pós-operatório foi baseado em curativos locais e antibioticoterapia, sendo a recuperação rápida, em torno de 10 dias.
Afficher plus [+] Moins [-]Estudo anatômico das artérias e veias do funículo umbilical, sua ramificação e disposição na placenta de gatos (Felis cattus, Linnaeus, 1758)
2000
Carlos Eduardo Ambrósio | Maria Angélica Miglino | Marina Bonatelli | Waleska Marques Silva
A pesquisa consta de estudo macroscópico do sistema arterial e venoso do funículo umbilical e da placenta de fetos de gato e caracterização placentária quanto ao tipo, zonária que em 62,5% dos casos apresenta uma fissura em região distal ao funículo umbilical. O funículo é formado por uma porção justafetal, uma porção justaplacentária e um terço médio, encontrando-se: duas artérias umbilicais, uma veia umbilical, dois pedículos vitelíneos e dois pedículos alantoídeos.
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