Efeito do uso do xisto em características químicas do solo e nutrição do tomateiro
2004
Pereira, Hamilton Seron(Universidade Federal de Goiás) | Vitti, Godofredo César(Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz)
葡萄牙语. Um dos principais problemas ambientais que ocorre com o processo de exploração do xisto é a produção de quantidades maciças de xisto retortado de alta alcalinidade. Este resíduo, depositado em larga escala, libera elementos tóxicos no ambiente, poluindo o solo, a água de superfície e até o ar atmosférico. Avaliou-se o efeito do xisto nas características químicas do solo e na nutrição do tomateiro em dois experimentos conduzidos em Argissolos Vermelho Amarelo, em ambiente protegido. Foram aplicadas e incorporadas ao solo as doses de 0; 3; 6; 9 e 12 t ha-1 de xisto. O delineamento utilizado foi em blocos ao acaso com quatro repetições. A adição de xisto promoveu aumento significativo nos teores de enxofre e silício no solo e nas folhas do tomateiro. Não foram verificadas alterações no valor do pH do solo nem nos teores de cátions trocáveis, mas, observou-se aumento na disponibilidade de fósforo. Não se verificou dano ao ambiente, por contaminações químicas de metais pesados, nem diminuição na produtividade do tomate em função da aplicação dos tratamentos. O xisto se mostrou apto para ser usado na agricultura, nas doses utilizadas.
显示更多 [+] 显示较少 [-]英语. Among the main environmental problems due to the use of schist is a massive production of highly alkaline schist processing waste. This residue, when deposited in great amounts liberates toxic elements in the atmosphere, polluting the soil, the surface water and the atmospheric air. The effect of the use of schist in agriculture was evaluated on the soil chemical attributes and tomato crop nutrition. Two experiments were performed on Typic Eutrustults under greenhouse conditions. Schist rates of 0; 3; 6; 9 and 12 t ha-1 were applied and incorporated in the soil. A randomized block design with four replications was used. Schist use promoted a significant sulfur and silicon content increase in the soil as well as in the tomato leaves; no soil pH alteration was verified neither the exchangeable cations capacity, but an increase in the phosphorous availability was observed. No environmental damage was verified, such as chemical contamination by heavy metals, nor decrease of the tomato yield. The use of schist as a fertilizer in the evaluated doses is viable in agriculture.
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