Emergência de plântulas de beterraba em função da profundidade e do sistema de semeadura | Beet seedling emergence in function of sowing depth and system
2016
Rafael Gustavo Ferreira Morales | Juliano Tadeu Vilela de Resende | Alex Sandro Torre Figueiredo | Alexandre Gonçalves Galvão | João Eduardo Baier | Renata Favaro
英语. Foram determinadas as taxas de emergência de plântulas de duas cultivares de beterraba em função de diferentes sistemas de semeadura, em diferentes profundidades e épocas de semeadura, na região Centro-Sul do Paraná, Brasil. Para tanto, foram conduzidos dois experimentos (semeadura direta no solo e em bandejas) no delineamento de blocos casualizados, em esquema de parcelas sub-subdivididas no tempo, considerando-se as nove épocas de semeadura como parcela e na subparcela um esquema fatorial 2x3, compreendendo duas cultivares (Maravilha e Chata do Egito) em três profundidades de semeadura (2, 4 e 6 cm). As sub-subparcelas foram constituídas por quatro épocas de avaliação de emergência (7, 14, 21 e 28 dias após a semeadura). Com base na emergência, foi calculado o índice de velocidade de germinação. Em função das condições climáticas da região, observou-se que a maior taxa de emergência ocorreu até 14 dias após a semeadura, destacando-se a superioridade do sistema em bandejas. A profundidade de semeadura de 2 cm proporcionou, nos dois sistemas, a maior emergência de plântulas. A cultivar Maravilha apresentou o melhor desempenho no sistema de bandejas, indiferente da época e profundidade de semeadura. A emergência no campo foi positivamente correlacionada à temperatura, sendo apontada como um dos fatores responsáveis pela menor emergência de plântulas sob baixas temperaturas.
显示更多 [+] 显示较少 [-]葡萄牙语. Foram determinadas as taxas de emergência de plântulas de duas cultivares de beterraba em função de diferentes sistemas de semeadura, em diferentes profundidades e épocas de semeadura, na região Centro-Sul do Paraná. Para tanto foram conduzidos dois experimentos (semeadura direta no solo e em bandejas) no delineamento de blocos casualizados, em esquema de parcelas sub-subdivididas no tempo, considerando-se as nove épocas de semeadura como parcela e na subparcela um esquema fatorial 2 x 3, compreendendo duas cultivares (Maravilha e Chata do Egito) em três profundidades de semeadura (2, 4 e 6 cm). As sub-subparcelas foram constituídas por quatro épocas de avaliação de emergência (7, 14, 21 e 28 dias após a semeadura - DAS). Com base na emergência foi calculado o índice de velocidade de germinação. Em função das condições climáticas da região, observou-se que a maior taxa de emergência ocorreu até 14 dias após a semeadura, destacando-se a superioridade do sistema em bandejas. A profundidade de semeadura de 2 cm proporcionou, nos dois sistemas, a maior emergência de plântulas. A cultivar Maravilha apresentou o melhor desempenho no sistema de bandejas, indiferente da época e profundidade de semeadura. A emergência no campo foi positivamente correlacionada à temperatura, sendo apontada como um dos fatores responsáveis pela menor emergência de plântulas sob baixas temperaturas.
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