BIOMASSA DE CAPIM-MOMBAÇA EM SISTEMAS SILVIPASTORIS COM EUCALIPTO E MOGNO-AFRICANO
2025
Rondon Neto, Rubens Marques | Melo, Vitória Natali Nunes de
葡萄牙语. O objetivo deste estudo foi avaliar a biomassa do capim-mombaça (Panicum maximum cv. mombaça) em sistemas silvipastoris formados por eucalipto (Eucalyptus grandis x E. urophylla) e mogno-africano e (Khaya ivorensis), no município de Paranaíta/MT. Os tratamentos (T) foram instalados para analisar os efeitos da produção de biomassa seca da forragem em relação à distância das espécies linhas simples e puras das espécies arbóreas, sendo: T1 = 2 m antes da linha de eucalipto; T2 = 2 m depois da linha de eucalipto; T3 = 10 m depois da linha de eucalipto; T4 = 18 m depois da linha de eucalipto; T5 = 2 m antes da linha de mogno-africano; T6 = 2 m depois da linha de mogno-africano; T7 = 10 m depois da linha de mogno-africano; e T8 = 18 m depois da linha de mogno-africano. A distância entre as linhas das espécies florestais era de 36 m, e as distâncias entre plantas de eucalipto e mogno africano foram de 3 e 6 m. respectivamente. A quantificação da biomassa da forrageira e medição da altura do maior perfilho foram realizadas em 48 parcelas de 50 x 50 cm. Até aos cinco anos de implantação dos sistemas silvipastoris, o arranjo espacial das árvores de eucalipto e de mogno-africano não afetou significativamente a produção de biomassa seca e a altura do perfilho do capim-mombaça.
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