Quebra das hastes em soja, nos municípios de Floresta-PR e Cambé-PR.
2025
NEUMAIER, N. | OLIVEIRA, M. C. N. de | LIMA, D. de | GODOY, C. V. | MOROTA, F. K. | NAKASHIMA, C. | NORMAN NEUMAIER, CNPSO; MARIA CRISTINA NEVES DE OLIVEIRA, CNPSO; DIVANIA DE LIMA, CNPSO; CLAUDIA VIEIRA GODOY, CNPSO; FELIPE KIYOSHI MOROTA, COCAMAR; CLAUDIO NAKASHIMA, COCAMAR.
A quebra de hastes em lavouras de soja tem gerado preocupação, mesmo com impacto econômico baixo. Para entender o problema, um estudo avaliou a força necessária para quebrar as hastes em 10 cultivares de soja em duas localidades, Floresta e Cambé. Foi usado um dinamômetro para medir a força máxima aplicada e a porcentagem de quebra. Os resultados mostraram que as cultivares diferem em suscetibilidade à quebra, sendo a genética o fator determinante. Houve uma correlação negativa entre a força máxima e a porcentagem de quebra, o que significa que as cultivares mais suscetíveis quebraram com menos força. O ambiente e o manejo também influenciaram, já que o percentual de quebra foi menor em Floresta do que em Cambé. Além disso, a quebra foi maior em estádios de desenvolvimento mais avançados e menor em cultivares com acamamento moderado
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