Criptococose em felino
2024
Fabíola Wenning Gnoatto | Cristiane Elise Teichmann | Tanara Raquel de Oliveira da Silva | Bruna Carolina Ulsenheimer | Carlos Henrique de Mello Wilges | Carolina Ferrazza Nicola
A criptococose felina é causada pelo fungo sistêmico do gênero Cryptococcus, após a inalação de leveduras, que se desenvolvem em dejetos de aves e na vegetação caída no solo. Os sinais clínicos podem variar de lesões localizadas ou sistêmicas, que podem aparecer de forma isolada ou conjunta, causando síndrome respiratória, neurológica, ocular e cutânea. As formas mais comuns são a cutânea e via respiratórias superiores, consistindo em espirros, coriza, secreção nasal, nódulos e tumefação no plano nasal. O diagnóstico pode ser realizado por exame citológico, ou cultura fúngica. O tratamento de eleição se dá pelo uso de antifúngicos, em especial o itraconazol, muito utilizado pela alta eficácia quando não há envolvimento de Sistema Nervoso Central (SNC). O tratamento se estende um mês após cura da infecção, devido ao alto índice de recidiva.
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