Pollination of soybean (Glycine max L. Merril) by honeybees (Apis mellifera L.)
2005
Chiari, Wainer César(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia) | Toledo, Vagner de Alencar Arnaut de(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia) | Ruvolo-Takasusuki, Maria Claudia Colla(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Biologia Celular e Genética) | Oliveira, Arildo José Braz de(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Farmácia) | Sakaguti, Eduardo Shiguero(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia) | Attencia, Valeria Maria(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia) | Costa, Fabiana Martins(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia) | Mitsui, Marina Hitomi(Universidade Estadual de Maringá Departamento de Zootecnia)
Portuguese. Este experimento teve como objetivo avaliar a polinização realizada pelas abelhas na produção e qualidade das sementes da soja (Glycine max L. Merril) na região de Maringá-PR. Os tratamentos constituíram de áreas demarcadas de livre visitação por insetos, áreas cobertas por gaiolas com uma colônia de abelhas (Apis mellifera) e plantas também cobertas por gaiolas que impediam a visitação por insetos. Todas as áreas possuíam 24 m² (4 m x 6 m), com cinco repetições cada. A produção de sementes foi maior (P=0,0001) nas áreas cobertas com abelhas e de livre visitação com um incremento na produtividade de 50,64% e 57,73%, respectivamente, em relação à área coberta sem abelhas. Pode-se considerar que as abelhas A. mellifera foram responsáveis por 95,5% da polinização realizada pelos insetos no tratamento livre. O número de vagens no tratamento coberto com abelhas foi 61,38% maior (P=0,0002) do que no coberto sem abelhas. Onde as abelhas A. mellifera foram responsáveis pela polinização cruzada, houve um aumento de 58,86% no número de sementes em relação ao tratamento onde não foi permitida a polinização realizada por insetos. Entretanto, o peso médio de 100 sementes foi maior (P=0,0001) na área coberta sem abelhas, atingiu um peso médio de 17,80 g, mostrando que plantas com menor produção formaram sementes maiores. No tratamento livre, o peso médio de 100 sementes foi de 15,26 g e no coberto com abelhas foi de 15,37 g. O teor médio de proteína bruta no grão foi de 36,69% e a média do teor de óleo foi de 20,24%. O teste de germinação não mostrou diferenças entre as sementes nos diferentes tratamentos. Pode-se concluir que as abelhas A. mellifera foram eficientes no trabalho de polinização na soja, proporcionando um aumento considerável na produção de grãos e estes resultados reforçam a necessidade do uso das abelhas A. mellifera para elevar a produtividade da soja.
Show more [+] Less [-]English. This experiment was carried out to evaluate the effect of the honeybee pollination in the production and quality of soybean seeds (Glycine max L. Merril). Seed production was higher (P=0.0001) in covered areas with honeybee colonies (50.64%) and uncovered areas (57.73%) than in covered areas without honeybee colonies. It could be concluded that honeybees were responsible for 95.5% of the pollination accomplished by insects. The pod number in covered treatment with honeybees was 61.38% higher (P=0.0002) than in the covered treatment without honeybees. The average weight of 100 seeds was larger (P=0.0001) in the area covered without honeybees, and reached 17.8 g. The medium content of crude protein in grains was 36.7% and the average oil content was 20.2%. The germination test did not show differences (P>0.05) among the seeds in different treatments. It was concluded that the honeybee pollination in the soybean increased the seeds production.
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