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Utilização do adesivo N-butil cianoacrilato e o do fio poliglactina na rafia de córnea em coelhos (Oryctolagus cunicullus)
2003
Francisco Cláudio Dantas Mota | Duvaldo Eurides | Patricia Maria Coletto Freitas | Marcelo Emílio Beletti | Michelle Rodriques Goulart | Livia Maria Cunha | Luís Antônio Franco da Silva | Maria Clorinda Soares Fioravanti
Objetivou-se avaliar, por meio de estudos macroscópicos e histológicos, a reparação cicatricial da córnea de coelhos perfuradas, ocluidas com o adesivo N-butil cianoacrilato, comparado à sutura com fio poliglactina 910 nº 7-0. As córneas de 18 coelhos adultos foram perfuradas e em seguidas submetidas a ráfia, sendo a ferida da córnea do globo ocular direito com o adesivo sintético N-butil cianoacrilato e a do globo ocular esquerdo com pontos simples separados com fio poliglactina 910. Os animais foram separados em três grupos de igual número e decorridos 7, 15 e 30 dias de pós operatório notou-se que tanto o adesivo sintético como a sutura foram eficientes na síntese das feridas, estabilizando o conteúdo intra-ocular. O adesivo N-butil cianoacrilato mostrou-se superior ao fio de sutura poliglactina 910 quanto à evolução e organização do processo cicatricial.
Mostrar más [+] Menos [-]Implante de duas membranas biológicas em microbolsa corneana como modelo experimental de angiogênese
2002
Angélica de Mendonça Vaz Safatle | Paulo Sergio de Moraes Barros | Benjamin Eurico Malucelli | José Luiz Guerra
A angiogênese participa de inúmeros processos fisiológicos e patológicos. Vários modelos experimentais são encontrados na literatura mostrando a importância de seu estudo. Estabelecemos um modelo de angiogênese utilizando duas membranas biológicas -pericárdio e membrana amniótica eqüinas conservadas em glicerina, implantadas em microbolsa em córnea de 63 ratos. Implantou-se pericárdio na córnea direita e membrana amniótica na córnea esquerda, de tal forma que pudemos analisar os resultados em um mesmo animal. As córneas dos animais foram submetidos à análise histológica aos 1, 3, 7, 15, 30 e 60 dias de pós-operatório. A angiogênese induzida pelo pericárdio xenólogo foi mais intensa e mais duradoura que a membrana amniótica xenóloga. Concluímos que ambas as membranas biológicas induziram angiogênese corneana após terem sido implantadas no interior do estroma em ratos, podendo ser utilizadas como modelo de angiogênese.
Mostrar más [+] Menos [-]Use of fresh autogenous vaginal tunic in the experimental lamellar keratoplasty in dogs (Canis familiaris, LINNAEUS, 1758) | Emprego da túnica vaginal autógena, a fresco, em ceratoplastia lamelar experimental em cães (Canis familiaris, LINNAEUS, 1758)
2000
Paula Diniz Galera | José Luiz Laus | Affonso Luiz Ferreira
Autogenous vaginal tunics have been researched in lamellar keratoplasty in dogs using fresh autogenous grafts in the repair of superficial keratectomies. Fourteen dogs have been used for the evaluation at the early, intermediary and late postoperative periods. Photophobia, blepharospasm, ocular discharge, edema, neovascularization and pigmentation have been observed. The results have showed that the original procedure is useful for the repair of corneas after superficial keratectomies. | Empregou-se a túnica vaginal autógena, a fresco, na ceratoplastia lamelar em cães. Foram utilizados 14 cães, a serem avaliados nos períodos iniciais, intermediários e tardios. Fotofobia, blefarospasmo, descarga ocular, edema, neovascularização e pigmentação corneanas foram observados. Os resultados mostraram ser a técnica factível de utilização na reparação corneana após ceratectomias superficiais.
Mostrar más [+] Menos [-]Emprego de escama de sardinha (Sardinella brasiliensis - STEIDACHNER, 1859), conservada em glicerina, em ceratoplastias lamelares experimentais em cães
2000
José Luiz Laus | Afonso Luis Ferreira | Alexandre Lima de Andrade
Estudou-se experimentalmente a escama de sardinha (Sardinella brasiliensis) como substituto de córneas no reparo de ceratectomias superficiais em cães. Utilizaram-se 14 animais, machos e fêmeas, sem raça definida, com peso médio de 10 kg, considerados sadios. Analisaram-se, macro e microscopicamente, as córneas receptoras bem como o material implantado aos 1, 3, 7, 14, 30 e 60 dias de pós-operatório. As evidências clínicas para a enxertia lamelar mostraram fotofobia e blefarospasmo mais incidentes nos períodos iniciais e intermediários, com tendência à regressão nos tardios. Revelaram edema discreto e igualmente regressivo; neoformação vascular mais incidente nas fases intermediárias e pouco nas tardias. O estudo microscópico evidenciou quadro reacional compatível com "padrão benigno" a exemplo do que fora visto macroscopicamente. Ambos retrataram boa adesividade da "prótese", epitélio e estroma neoformados, sob e sobrepostos a ela. A transparência das córneas receptoras, junto às zonas de enxertia, manteve-se por 14 dias. Para a enxertia interlamelar, observou-se quadro reacional pouco significativo. Para ambas as enxertias, não foram observados sinais de extrusão do material implantado. A escama de sardinha pode ser empregada para fins tectônicos, com bons resultados em ceratoplastias lamelares em cães.
Mostrar más [+] Menos [-]Uso do pericárdio de eqüino conservado em glicerina como enxerto penetrante da córnea de cães. Estudo experimental | Use of horse pericardium preserved in glycerin as corneal graft in dogs. Experimental study
1997
Paulo Sergio de Moraes Barros | Angélica Mendonça Vaz Safatle | Moacyr Rigueiro
Com o objetivo de estudar o emprego do pericárdio de eqüino, conservado em glicerina, na reparação experimental de defeitos penetrantes da córnea de cães utilizaram-se 15 animais; mestiços, machos e fêmeas, pesando entre 8 e 10 kg. Uma lesão penetrante da córnea de 5 x 4 mm foi provocada e fragmento de pericárdio, de igual dimensão, foi suturado em pontos simples separados com Prolene 7-0. Os animais foram sacrificados nos tempos 2,7,15, 30 e 70 dias de pósoperatório. Os resultados obtidos, quando analisados, tanto do ponto de vista clínico quanto histológico, mostraram que<br />o pericárdio de eqüino conservado apresentou-se como meio satisfatório de reparação penetrante de lesões da córnea de cães.<br /><br /> | Repair of the cornea is a challenge to several researches. Cornea lesions have been treated by many different methods. The purpose of this paper was to study the use of horse preserved pericardium to repair dog cornea. Fifteen mixed breed dogs, male and female, 8 to 10 kg of body weight were used. After pre-surgical procedures, under general anesthesia, a fill-thickness piece of cornea of 5 x 4 mm was excised. A fragment of the same size of horse pericardium preserved in glycerin was sutured with<br />7-0 prolen in single suture. Clinical examination revealed blefarospasm, cloudy cornea and flare that disappeared in two weeks. In the 9th day post-surgery, superficial vascularization and granulation tissue were observed over the graft and the suture. Opacity of the graft persisted until the end of observation period, when a very mild transparence was noted. Fluorescein stain was retained until the 36th day. Anterior chamber was deep all over the experimental period and pupils were symetrical. IOP<br />was initially low but raised to normal values. Acute inflammatory reaction and fibrosis could be seen hitologically. The graft was epithelized on the 36th day. On the 70th day, mild chronic inflammation and endothelization were observed and the site of the graft looked like a “sandwich” (epithelium - stroma - implant - stroma - epithelium).<br />
Mostrar más [+] Menos [-]Comparação experimental entre enxertos autógenos de córnea e conjuntiva no reparo de ceratectomias superficiais em cães (Canis familiares, Linnaeus, 1758). Estudo clínico e morfológico
1997
Mirian Siliane Batista de Souza | José Luiz Laus | Adriana Morales | Florêncio Figueiredo | Jaime dos Santos Maia | Victorio Valeri
Foram estudadas ceratoplastias lamelares por enxertos autógenos frescos de córnea e de conjuntiva. Utilizaram-se 31 animais da espécie canina, adultos, machos ou fêmeas, clinicamente sadios. Realizaram-se ceratectomias superficiais com trépano de 5 mm de diâmetro na consecução de botões lamelares que incluíram epitélio e metade da espessura do estroma. Obtiveram-se os tecidos para as enxertias, a partir da córnea e da conjuntiva bulbar contralateral, que foram fixados à córnea trepanada com fio de seda oftálmica número 8-0, em pontos simples separados. A evolução dos enxertos foi avaliada aos 1, 2, 7, 15, 30 e 60 dias após a cirurgia. Os resultados mostraram edema, vasos neoformados, congestão, hemorragia, infiltrado de células polimorfo e mononucleares, que tenderam a ser tornar exíguos no decurso do tempo, e fibrose tardia. Aos 60 dias, as áreas de enxertia começaram a exibir transparência em pontos distintos. Não houve diferenças entre as técnicas estudadas. A microscopia eletrônica de varredura mostrou epitelização na zona dos enxertos, já aos dois dias da implantação. Aos 15 dias, notaram-se células pavimentosas nas regiões enxertadas. Aos 30 dias, as áreas mostraram-se morfologicamente similares às da córnea normal. Neste período, foram também encontrados granulomas de ponto. Aos 30 dias, puderam-se visualizar projeções citoplasmáticas semelhantes às da superfície da córnea normal. Com base nos achados clínicos e morfológicos, pode-se inferir que os procedimentos investigados mostraram-se similares.
Mostrar más [+] Menos [-]Comparison between lamellar keratoplasties produced by conjunctival pedicle and free corneal autografts. Experimental study in the dog (Canis familiaris - LINNAEUS, 1758) | Comparação entre ceratoplastias lamelares por enxertos autógenos, livres, de córnea e pediculados de conjuntiva. Estudo experimental no cão (Canis familiaris - LINNAEUS, 1758)
1996
José Luiz Laus | Mirian Siliance Batista de Souza | Adriana Morales | Alexandre Lima de Andrade | Florêncio Figueiredo | Jaime Maia dos Santos | Victório Valeri
A comparative study of conjunctival pedicle and corneal autografts, for experimental healing of superficial keratectomies in dogs (Canis familiaris) was performed. It was carried out by using 24 animals, and the technical procedures were analysed according to clinical, histologic and scanning electron microscopy parameters, in early and late postoperative periods. The obtained results are believed to represent feasible methods of proteresis, applied to the healing ophthalmic surgery. There were few, irrelevant<br /> differences between the two tested techniques. | Estudaram-se comparativamente enxertos autógenos de conjuntiva pediculados e de córnea no reparo experimental de ceratectomias superficiais em cães (Canis familiaris). Empregaram-se 24 animais e estudaram-se as técnicas segundo parâmetros clínicos, histológicos e por microscopia eletrônica de varredura, em períodos precoces e tardios de pós-operatório. Os resultados obtidos indicaram que as técnicas propostas são exeqüíveis e, sobretudo, aplicáveis à cirurgia reparadora oftálmica. Houve poucas e irrelevantes diferenças entre as técnicas testadas.
Mostrar más [+] Menos [-]The surgical repair of the cornea of the dog using pericardium as a keratoprosthesis | Reparação cirúrgica da córnea de cão usando pericárdio como prótese
1995
Paulo Sérgio de Moraes Barros | Angélica de Mendonça Vaz Safatle | Telma Aparecida Malerba | Miguel Burnier Junior
<p>Significant advances in corneal repair have been made in the past. Tissue graft has been used to repair full-thickness defects of the cornea and sclera. Equine pericardium preserved in glycerol was used to repair full-thickness corneal lesions after limbal melanoma excision and corneal wound with iris prolapse. A six-year old male, German Shepherd, with 1 cm of diameter, dark-pigmented mass at the temporal limbus of the right eye, with two months of evolution, and a four month old female mixed breed dog, with a corneal wound and iris prolapse, in the left eye, secondary to a cat scratch 5<strong><em> </em></strong>days earlier. In both cases a piece of pericardium was sutured close to the corneal defects. An antibiotic ointment and atropine 1<strong><em>% </em></strong>eye drops were used. The intraocular pressure was low in the following days, but arose to normal values. All other structures were normal. A granulation tissue initially grew near the patch, and the opacity of the pericardium remained. Dexamethasone eye drops and ointment were used, and the granulation tissue disappeared two months after surgery. Eighteen months follow-up showed the eyes in good condition, although opaqueness was still present.</p> | <p>A substituição da córnea em lesões oculares tem merecido a atenção dos oftalmologistas, sendo que vários materiais têm sido usados para este fim. O pericárdio de eqüino, conservado em glicerina, foi usado no reparo de lesões penetrantes de córnea de dois cães, um pela excisão de melanoma límbico, outro pela presença de estafiloma periférico. Cão, Pastor Alemão, com 6 anos de idade, apresentando massa de 1 cm de diâmetro, localizada na região temporal do limbo esclero-corneano do olho direito, com 2 meses de evolução e cão de 4 meses, mestiço, que teve ferida sua córnea esquerda com prolapso de íris, em conseqüência de arranhadura de gato, 5 dias antes, foram examinados no Serviço de Oftalmologia do Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. As lesões de ambos os animais foram reparadas com fragmento de pericárdio de eqüino para fechamento do defeito produzido. Aplicação de pomada antibiótica e colírio de atropina de 1%<strong><em> </em></strong>foi instituída no pós-operatório. A pressão intra-ocular foi baixa nos primeiros dias subseqüentes à cirurgia, mas foi gradativamente aumentando chegando a valores normais. Inicialmente, tecido de granulação foi observado próximo ao implante, e opacificação do pericárdio permaneceu. Colírio de dexametasona foi então indicado, sendo que o tecido de granulação desapareceu dois meses após a cirurgia. A câmara anterior permaneceu profunda durante toda a evolução. O acompanhamento pós-operatório mostrou os olhos em boas condições após dezoito meses.</p>
Mostrar más [+] Menos [-]Ceratoplastia lamelar em cães usando membrana amniótica equina. Estudo clínico e morfológico
2013
Andréa Barbosa | Paulo Sergio de Moraes Barros | José Luiz Guerra | Denise Aya Otsuki
A membrana amniótica (MA) consolidou-se no tratamento de afecções na superfície ocular. O objetivo deste estudo foi avaliar a viabilidade do implante de MA equina em ceratoplastia lamelar de cães. As membranas amnióticas foram preservadas em glicerina (98%). A eficácia do implante foi acompanhada por avaliação clínica, tempo de cicatrização, resposta inflamatória e reconstrução da arquitetura da córnea. Foram selecionados 12 cães, que foram divididos em quatro grupos de três animais. Em cada animal, foi realizada ceratotomia lamelar com 5 mm de diâmetro, seguida de aplicação do implante de MA. Após cirurgia, os animais foram avaliados em diferentes tempos: 2, 7, 21 e 40 dias. Durante o período de observação, os exames oftalmológicos foram realizados com intervalo de 48 h e, após a última avaliação, os animais foram submetidos à eutanásia. Os olhos foram enucleados, fixados e corados com hematoxilina-eosina (HE), ácido periódico de Schiff (PAS) e picrossirius. Os implantes foram completamente epitelizados em cerca de 10 dias após a cirurgia. Os neovasos apresentaram involução progressiva a partir de 21 dias e não foram detectados ao final de 40 dias pós-cirurgia, restando apenas uma nébula no local da lesão. À microscopia óptica, observou-se resposta inflamatória moderada, presença de epitélio pavimentoso estratificado aos sete dias e epitelização completa aos 21 dias. Aos 40 dias, a membrana basal do epitélio apresentou-se reconstituída. Assim, concluímos que a membrana amniótica equina é viável como implante em córnea de cão, sendo incorporada ao estroma e resultando em restabelecimento parcial da transparência.
Mostrar más [+] Menos [-]Ceratoplastia lamelar em cães usando membrana amniótica equina. Estudo clínico e morfológico | Lamelar keratoplasty in dogs using equine amniotic membrane. Clinical and morphological study
2013
Andréa Barbosa | Paulo Sergio de Moraes Barros | José Luiz Guerra | Denise Aya Otsuki
Amniotic membranes have been successfully used in the treatment of superficial corneal diseases. The purpose of this study was to assess the feasibility of use of equine amniotic membrane (AM) in lamellar keratoplasty of dogs. Amniotic membranes were preserved in glycerol (98%). Implant efficacy was assessed by clinical evaluation, time of healing, inflammatory response, and the corneal architectural configuration. Twelve dogs were divided into four groups of three animals. In each animal, a 5-mm diameter lamellar keratectomy was performed, and followed by implantation of the AM. The animals were evaluated at the 2th, 7th, 21th, and 40th days after surgery. During this period, ophthalmological exams were performed at 48-h intervals, and the animals were euthanized after the last evaluation. The eyes were enucleated, included, fixed, and stained with hematoxylin-eosin (HE), periodic acid-Schiff (PAS), and picrosirius. Epithelization of the implants was completed in about ten days after surgery. New vessels progressively diminished from 21 days on, were not detected on day 40 after surgery, and only a nebula was observed in the implant area. Optical microscopy revealed a mild inflammatory response, presence of squamous epithelium on day seven, and total epithelization on day 21 after surgery. On day 40, the basal epithelial membrane was shown to be reformed. Therefore, we conclude that use of equine amniotic membranes is feasible as implant for dog cornea since it is incorporated to the corneal stroma, and a relative transparency can be obtained. | A membrana amniótica (MA) consolidou-se no tratamento de afecções na superfície ocular. O objetivo deste estudo foi avaliar a viabilidade do implante de MA equina em ceratoplastia lamelar de cães. As membranas amnióticas foram preservadas em glicerina (98%). A eficácia do implante foi acompanhada por avaliação clínica, tempo de cicatrização, resposta inflamatória e reconstrução da arquitetura da córnea. Foram selecionados 12 cães, que foram divididos em quatro grupos de três animais. Em cada animal, foi realizada ceratotomia lamelar com 5 mm de diâmetro, seguida de aplicação do implante de MA. Após cirurgia, os animais foram avaliados em diferentes tempos: 2, 7, 21 e 40 dias. Durante o período de observação, os exames oftalmológicos foram realizados com intervalo de 48 h e, após a última avaliação, os animais foram submetidos à eutanásia. Os olhos foram enucleados, fixados e corados com hematoxilina-eosina (HE), ácido periódico de Schiff (PAS) e picrossirius. Os implantes foram completamente epitelizados em cerca de 10 dias após a cirurgia. Os neovasos apresentaram involução progressiva a partir de 21 dias e não foram detectados ao final de 40 dias pós-cirurgia, restando apenas uma nébula no local da lesão. À microscopia óptica, observou-se resposta inflamatória moderada, presença de epitélio pavimentoso estratificado aos sete dias e epitelização completa aos 21 dias. Aos 40 dias, a membrana basal do epitélio apresentou-se reconstituída. Assim, concluímos que a membrana amniótica equina é viável como implante em córnea de cão, sendo incorporada ao estroma e resultando em restabelecimento parcial da transparência.
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