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Avaliação das provas de soroaglutinação rápida, soroaglutinação lenta, antígeno acidificado e 2-mercaptoetanol no diagnóstico da brucelose bovina
2000
Jane Megid | Márcio Garcia Ribeiro | Gilberto Marcos Júnior | Adalberto José Crocci
Avaliaram-se comparativamente as provas de soroaglutinação rápida, soroaglutinação em tubo, 2-mercaptoetanol e antígeno tamponado acidificado no diagnóstico da brucelose bovina. Todas as provas apresentaram boa concordância quando considerada a interpretação preconizada pelo Ministério da Agricultura do Brasil. As provas do antígeno tamponado acidificado e do 2-mercaptoetanol apresentaram alta concordância. Neste sentido, o presente estudo propõe o uso da prova do antígeno tamponado acidificado como triagem para o diagnóstico da brucelose bovina.
Mostrar más [+] Menos [-]Efeito dos timócitos sobre a reprodução de fêmeas de camundongos "nude"
2000
Vera Lúcia Petricevich | Vera Regina Farago Ferreira
A colônia de camundongos da linhagem BALB/c, heterozigotos e homozigotos, foi mantida em condições convencionais no Biotério Experimental do Instituto Butantan. Os camundongos "nude" apresentam severa deficiência no sistema reprodutor. As fêmeas de camundongos "nude" são geralmente estéreis; apenas 8,8% apresentam fertilidade espontânea. Para estudar o envolvimento do timo sobre os defeitos na reprodução em diferentes estágios de desenvolvimento, as fêmeas de camundongos "nude" foram tratadas com suspensões de timócitos, e, em seguida, acasaladas com machos heterozigotos. Os resultados obtidos para fêmeas "nude" com 10 e 30 dias de idade foram respectivamente: a) número de fêmeas prenhes = 48% e 12%; b) número de filhotes por fêmea = 5,0 e 4,0; c) as taxas de natalidade foram 2,40 e 0,48; e d) nas condições utilizadas neste trabalho, a vida média dos camundongos "nude" foi prolongada até 7 meses. Este método descreve o aumento do número de animais "nude", importantes em estudos biológicos. Considerando a dificuldade de obtenção de camundongos "nude" em grande número, o uso deste método poderia contribuir para o melhoramento das condições de vida dos animais utilizados nos acasalamentos.
Mostrar más [+] Menos [-]Vascularização arterial da bolsa cloacal em Gallus gallus domesticus (Matrizes de corte Avian Farms)
2000
Marcelo Ismar Silva Santana | Frederico Ozanam Carneiro e Silva | Renato Souto Severino | André Luís Quagliatto Santos | Sérgio Salazar Drummond | Pedro Primo Bombonato
Estudou-se em trinta exemplares de Gallus gallus domesticus da linhagem Avian Farms, fêmeas, com idades entre 10 e 12 semanas, a origem, o número e a ordenação dos vasos arteriais da bolsa cloacal, mediante injeção dos sistemas vasculares arteriais das aves com solução aquosa de Neoprene Látex 450 a 50% e posterior dissecação. Os resultados mostraram a participação das artérias bursocloacais direita e esquerda em todos os casos, às quais se associavam as artérias mesentérica caudal e caudal mediana em 13,33% e 3,33% dos casos, respectivamente. O número total de vasos, independentemente da origem, variou de 2 a 5 com maior freqüência de 2 a 3 vasos.
Mostrar más [+] Menos [-]Lesões em linfonodos de suínos causadas por Mycobacterium grupo III (Runyon)
2000
Marisa Cardoso | Paulo Eduardo Bennemann | Fernando Pandolfo Bortolozzo | Ivo Wentz | Sandra Borowski | Flauri Miggliavacca | Rejane Esteves Fernandes
Condenações de suínos no momento do abate devido a lesões tuberculóides causadas por micobactérias são descritas em diversos países, inclusive no Brasil. No presente trabalho, 146 animais de idades variando entre 2,5 e >; 14 meses, provenientes de uma propriedade com problema de condenações por tuberculose foram abatidos e os linfonodos examinados quanto ao tipo de lesão macro e microscópica e à presença de micobactérias. Ao mesmo tempo, a ração, a água e a maravalha utilizadas na propriedade foram investigadas quanto à presença de micobactérias. Macroscopicamente, os linfonodos afetados apresentavam nódulos arredondados de 1-2 mm de diâmetro, de coloração amarelo-clara com conteúdo pastoso a caseoso, delimitados por uma cápsula. Em linfonodos de 12 animais foi possível visualizar bacilos álcool-ácido resistentes, sendo que em 4 deles foi isolado o Mycobacterium-grupo III (Runyon). As lesões foram encontradas principalmente em animais entre 6 e 14 meses de idade. A mesma bactéria foi isolada da maravalha, que pode ter sido a fonte de infecção dos animais.
Mostrar más [+] Menos [-]Artérias e veias placentárias em ovinos deslanados sem raça definida (Ovis aries, L. 1758)
2000
Janicleide Maria de Almeida | Rosilda Maria Barreto Santos | Maria Angélica Miglino | Luciano de Morais-Pinto
O suprimento sangüíneo da placenta de 30 ovelhas deslanadas sem raça definida foi estudado mediante análise de peças obtidas através de injeção vascular com Látex Neoprene 650 corado. Constataram-se no material casos de gestações únicas (53,3%), gemelares (46,7%) e trigemelares (3,3%). Em todos os casos analisados, observaram-se 4 vasos umbilicais (2 artérias e 2 veias) além do ducto alantóide, na constituição do funículo umbilical. Em apenas 1 caso (gestação trigemelar), as duas artérias umbilicais de um dos fetos fundiram-se na porção média do funículo umbilical, e neste caso integrava apenas uma veia umbilical. A área placentária hilar variava de 2,0 a 6,0 centímetros dependendo da fase de gestação. O número médio de placentônios por gestação foi igual a 96, com tamanhos e formas bastante diversificados, sendo que aqueles maiores que 1,5 centímetro eram predominantes, assim como aqueles de formato ovóide. Os placentônios eram irrigados e drenados por uma série diversificada de artérias e veias, constituindo arranjos arteriocotiledonários e venocotiledonários, perfazendo um total de 299 e 314 arranjos respectivamente.
Mostrar más [+] Menos [-]Células dentríticas S-100 positivas em pele de bovinos normais e infestados por Dermatobia hominis
2000
Teresa Cristina Goulart de Oliveira-Sequeira | Carlos Eduardo Bachi | Edy de Lello
Foram investigadas as células dendríticas (CD) na pele normal de cinco bezerros das raças Nelore, cinco da raça Holandesa Preta e Branca e cinco animais mestiços por meio da imunomarcação pela proteína S-100. Os animais mestiços foram infestados experimentalmente com 100 larvas de primeiro estádio de Dermatobia hominis e deles foram colhidas biópsias de pele parasitada às 24, 48, 72 e 168 horas após a infestação. Biópsias de pele destes animais, colhidas antes da infestação, foram utilizadas como controle. A imunomarcação das CDs foi feita empregando-se anticorpos de coelhos antiproteína S-100 e a técnica da avidina-biotina-peroxidase. Além das CDs, melanócitos, nervos e células endoteliais apresentaram imunomarcação pela proteína S-100. As DCs foram observadas exclusivamente na derme superficial, próximas à camada basal, tanto nos animais infestados como nos não-infestados. Não se detectou diferença significativa no número de CDs que pudesse ser atribuída à raça dos animais. Nos animais parasitados por D. hominis, as CDs apresentavam-se mais intensamente coradas e com os prolongamentos mais espessos do que nos controles não-parasitados. Além disso, nos animais parasitados observou-se um decréscimo significativo no número de CDs a partir de 24 horas após a infestação.
Mostrar más [+] Menos [-]Utilização do isoflurano em macacos-prego (Cebus apella - Cebidae, Primata)
2000
Carmen Helena de Carvalho Vasconcellos | Firmino Mársico Filho | Ignácio Alvarez Gomez Segura | Paulo Roberto Loureiro do Nascimento | Rafael Veríssimo Monteiro
No presente estudo foram avaliadas as alterações clínicas e anestesiológicas de macacos-prego (Cebus apella) submetidos a procedimento anestésico com isoflurano, nas concentrações de 1 a 1,5 CAM. Para tanto, 10 animais hígidos (7 machos e 3 fêmeas), pesando em média 3,1 ± 0,8 kg, foram pré-medicados com quetamina e atropina e induzidos com isoflurano. A manutenção anestésica foi feita com isoflurano a 1 CAM durante 30 minutos, seguindo-se 1,5 CAM por mais 30 minutos. Os parâmetros cardiovasculares e respiratórios foram mensurados a cada 5 minutos e os valores de pH e gases sangüíneos a cada 10 minutos, do tempo inicial (T0) ao final (T30), para cada concentração do anestésico. Os valores obtidos foram comparados e analisados pelo teste não-paramétrico de Wilcoxon (p < 0,05). Foi observada queda na temperatura corporal nas duas concentrações de anestésico. Não foram observadas arritmias cardíacas, nem alterações na pressão arterial em ambas as concentrações, no entanto, houve diminuição da freqüência cardíaca com 1,5 CAM. O isoflurano produziu depressão dose-dependente no volume corrente e volume minuto, porém não alterou significativamente a freqüência respiratória. Os valores de pH, pressão parcial de O2 (PaO2) e pressão parcial de CO2 (PaCO2) no sangue arterial e saturação de O2 na hemoglobina (SaO2) não sofreram modificação significativa em ambas as concentrações de isoflurano.
Mostrar más [+] Menos [-]Efeito da estimulação prévia sobre a migração de neutrófilos protege contra os efeitos letais da Salmonella typhimurium
2000
Flávio Ruas de Moraes | Manoel Henrique Klein Jr. | Julieta Rodini Engrácia de Moraes
A inoculação intraperitoneal de 3,8 x 10(9) CFU de Salmonella typhimurium viva causou 100% de mortalidade em ratos. Nesses animais, pequeno número de neutrófilos migraram para a cavidade peritoneal. A injeção intraperitoneal de tioglicolato (TG, 90 mg), carragenina (Cg, 500 mi g) ou salmonella morta pelo calor (KS, 1,9 x10(9) CFU) 24 horas antes do desafio com S. typhimurium viva causou maior (p < 0,01) migração de neutrófilos para a cavidade peritoneal após 6 horas e conferiu proteção aos animais contra os efeitos letais da bactéria que foram da ordem de 50%, 83% e 80%, respectivamente. Todavia, o tratamento semelhante dos animais com o meio de cultivo "infusão de cérebro e coração" (brain heart infusion-BHI) estéril exerceu proteção de apenas 23%. O número de neutrófilos que migraram para a cavidade peritoneal representou apenas 10% do verificado nos outros tratamentos. A atividade fagocitária não estava relacionada ao índice de sobrevivência dos animais, uma vez que tal atividade foi duas vezes maior no grupo KS do que nos grupos Tg e Cg, e a taxa de sobrevivência nesse grupo foi semelhante à observada no grupo Cg. Esses resultados sugerem que o aumento da migração de neutrófilos para o sítio infeccioso induzida pelas administrações prévias das diferentes substâncias é um importante fator associado com a proteção dos animais contra os efeitos letais da infecção bacteriana.
Mostrar más [+] Menos [-]O cromossomo Y na raça Chianina no Brasil
2000
Gilberto Pedroso da Rocha | Wilham Jorge | Rinaldo Polastre
Foram cariotipados 95 touros puros de origem, da raça Chianina, ditribuidos em 19 empresas pastoris, em 5 estados brasileiros. O objetivo foi investigar a incidência de indivíduos portadores de cromossomo Y acrocêntrico, típico das raças de Bos taurus indicus, face às especulações de que as raças indianas poderiam ter contribuido para a formação do Chianina. Todos os indivíduos avaliados mostraram o cromossomo Y de Bos taurrus taurus. O índice centromérico obtido foi de 43,91%, o que permitiu classificar o centrômero deste cromossomo como localizado na região mediana. Foram avaliados também 29 touros com o objetivo de verificar a presença do polimorfismo intraracial do cromossomo Y. O índice centromérico e o tamanho relativo do Y foi determinado. O tamanho do cromossomo X serviu como base para estimar o tamano relativo do Y. A análise de variância mostrou diferenças entre touros apenas no tamanho relativo do Y, sendo que o índice centromérico não difereiu entre os mesmos. Concluimos que este polimorfismo indica que a raça Chianina pode ter recebido contribuição de outras raças em passado remoto ou pode também indicar a possibilidade de cruzamentos mais recentes.
Mostrar más [+] Menos [-]Sobre a ocorrência de cordas tendíneas anômalas na valva atrioventricular direita de cães sem raça definida (Canis familiaris L. 1758)
2000
Fabiano Sellos Costa | Luciano de Morais-Pinto | Agnes Vânia Mariano Appolinário | Alzido de Oliveira
Realizando observações para a descrição do comportamento anatômico das cordas tendíneas e músculos papilares num grupo de 40 corações de cães sem raça definida, deparamo-nos com dois tipos de cordas tendíneas bastante incomuns. Ao consultar a literatura, poucos relatos de anomalias das cordas tendíneas em animais foram encontrados e nenhum deles mostrou qualquer semelhança com os resultados descritos neste caso. O primeiro tipo diz respeito a uma corda de direção retrógrada cuja origem se deu no tecido muscular que circunda o ânulo fibroso atrioventricular direito. Seu filamento, depois de atravessar o óstio atrioventricular direito, uniu-se a um feixe de cordas comuns oriundas do músculo papilar magno. O segundo tipo encontrado foi o mais inusitado. Trata-se de uma corda com 5,3 cm de comprimento, estendendo-se desde o músculo papilar subarterioso até a válvula semilunar intermédia no tronco pulmonar, cuja inserção nesta estabeleceu-se como um "laço" que permitia inclusive ser tensionado.
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